
Me mudei.
Espero vocês na minha nova casa. Mesmo recheio, nova embalagem.
Nos vemos lá!

Me mudei.
Espero vocês na minha nova casa. Mesmo recheio, nova embalagem.
Nos vemos lá!
Ai que moço preguiçoso eu… Não to mais com tempo pra escrever, e quando tenho tempo, tenho também preguiça… ninguém merece.
Vou falar, nem que seja brevemente, sobre o Era uma vez…, filme de Breno Silveira (diretor do belo 2 filhos de Francisco). É um ótimo filme, que retrata de forma muito fiel a realidade da Zona Sul carioca, a coexistência dos muito ricos e muito pobres nas areias de Ipanema.
Podemos ver no filme os prédios caros da Vieira Souto, em frente dos quiosques que vendem côco, as raves na areia, a favela tão próxima do asfalto, ainda que tão distante. Thiago Martins empresta toda a sua vida de morador de favela para seu personagem de Dé, que é muito realista e interpretado de forma excelente. Vitoria Frate também convence muito como a patricinha Nina, e o filme traz esta história de amor entre diferentes mundos.
É um lindo conto, cujas situações são muito verossímeis, e o filme emociona demais, principalmente quando mostra o descaso e preconceito como o pobre Dé é encarado, simplesmente por ser da favela. É uma pena que o final do filme seja tão ruim. Sim, o final é difícil de engolir, principalmente depois de um lindo filme. Lastimável mesmo.
De qualquer forma, acho muitíssimo válido assistir a Era uma vez… O cinema nacional merece nossa visita.

PRECISO desse livro! Adoro as receitas da Nigella… Ele não é baratinho, mas se quiserem me dar de presente, eu prometo cozinhar pro amigo generoso! hehehe
Se esse for demais, tem esse aqui também.


Acho muito curiosa essa iniciativa do McDonalds de ser saudável. “Olha, nós temos várias opções de frutas e legumes para suas crianças”. Mas peço que você, amigo leitor, me diga: você já viu alguma maçã sendo comprada no Mc?
Claro que não. Ninguém viu… Afinal, pra que alguém iria a um fast-food comer maçã? Você vai pra deixar a culpa do lado de fora e devorar um hamburger sinistrão, um Cheddar ou BicMac, e de sobremesa um sundae. Agora, maçã?
Conclusão: várias maçãs são jogadas fora, todos os dias, em todas as redes McDonalds. Muito saudável, realmente.
Quem sou eu pra merecer tantas graças assim? Eis um cara que hoje é mais que especial na minha vida, que considero como meu irmão mais velho mesmo. Realmente é uma honra receber palavras tão fortes de uma pessoa que eu admiro tanto e que já transforma muito a minha vida.
E abaixo, uma foto de um quarteto de peso no Hallel da Canção Nova: Grecco, Vinicius del Bianco, Maninho e eu. Pra mim é um privilégio fazer parte desta vanguarda de compositores católicos, e deste grupo de amigos irmãos. Seguimos juntos!
O fato é que eu estou muito feliz. Feliz de haver um começo. Feliz de saber que é um bom começo. Feliz de perceber que não é tão fácil como parece, porque me motiva a evoluir, esforçar-me, crescer.
Estou muito feliz porque vejo que existem muitas pessoas que pensam e falam como eu. Pessoas que não só me entendem como fazem eco ao discurso que já possuía. Feliz porque posso aprender deles, construir com eles. Posso ser melhor ao lado deles. Fico muito feliz por essa comunhão, essa partilha, no início da estrada.
Feliz principalmente porque sei que é tudo presente. É tudo dado assim, gratuitamente. Essa felicidade eu não mereço. Sou nada além de um pequeno homem que abre o coração e a mente ao que chega do Alto. Deus me deu tudo, sem Ele nada teria, muito menos seria assim.
Feliz.
um novo blog! Mais bonitinho, mais funcional, mais voltado pra minha iniciante carreira…
É vapt vupt…
Este fim-de-semana terei a primeira reunião para a produção do CD. Meu primeiro cd solo. Na verdade vamos iniciar um processo de pré-produção, que consiste em definir um repertório, conceber o estilo do projeto e fazer arranjos de base.
Estou muito animado e ao mesmo tempo tenso. Enfim, um momento tão esperado por mim finalmente vai sair do plano de sonhos e cair na realidade.
Falando em projetos, também já começa a preparação para o Auto da Alegria 2008. Este ano, esperamos um patrocínio bom e uma temporada maior. Caso conheçam alguma boa alma disposta a ajudar o projeto, só falar comigo.
Peço as orações de vocês, ou pensamento positivo, ou ajuda real mesmo, dependendo da crença e disposição. E espero todos no show de sexta-feira, hein!
Maninho e Grecco, cantores e compositores gaúchos sensíveis e talentosos, vão fazer esta passagem relâmpago pelo Rio antes de partir para a Canção Nova, em SP. Aproveitando a visita, organizamos este evento especial.
Será uma noite acústica com o melhor da música católica. Quem não conhece o trabalho do Grecco e do Maninho terão uma oportunidade inétida e única de assistir ao vivo. Abrindo o show, o cantor e compositor carioca Bruno Camurati apresenta músicas já conhecidas através da banda Em Nome do Pai e da banda DOM, além de canções inéditas de seu futuro trabalho solo. O show ainda contará com presenças mais que especiais de Aline Venturi, e Luis Felipe (Canto Novo).
Uma noite para ouvir música de qualidade, num estilo que vai da mpb ao jazz, e abrir o coração às palavras de Deus.
O Show será no Vittorio, que fica no 3o andar do Cittá América (Av. das Américas 700) na Barra da Tijuca.
15/8, com abertura da casa às 20h. Ingressos a R$10, com direito a refrigerante grátis.
É bom fazer reservas pois não é um lugar tão grande. Telefone 35539472
Maninho:
Grecco:
Bruno Camurati:

Uma folha de papel A4 é um dos materiais mais comuns do nosso cotidiano. Está nas nossas impressoras, pequenos cartazes na parece, cartas, rascunhos, escritórios… Embora comum, este pequeno pedaço de papel traz em si um milhão de possibilidades.
A partir deste material com que todos podem relacionar-se, o artista plástico dinamarquês Peter Callesen faz suas lindas obras de arte. São esculturas que se utilizam apenas de uma única folha, e brincam com o positivo/negativo da imagem. É um trabalho delicado e primoroso, que surpreende e encanta. Como é possível fazer tudo isso com uma simples folha A4?
Para conhecer mais o trabalho de Peter Callesen, acessem: http://www.petercallesen.com



Por que, quando você se veste todo arrumadinho e social, as pessaos já acham que você vai procurar emprego? Pra um designer essas formalidades não fazem diferença. Acho até que as agências classificam os candidatos pela quantidade de tatuagens, piercings e roupas modernosas.
E por que todos insistem em fazer a velha piadinha: “vai fazer exame de fezes”? É tão sem graça!
To em busca de um local pra fazer um ótimo show com Maninho, Grecco e eu por no Rio. Difícil… Cada dia invejo mais os organizadores de eventos e promoters… sou uma negação nesse sentido.
Fui a um enterro pela primeira vez semana passada. Pensei muito na música “quanto tempo você tem”, ela é muito verdade. O pai de um grande amigo faleceu, um homem que viveu sua vida de uma forma admirável. Quisera eu, ao fim da vida, ter a certeza de que me doei à minha família e amigos, que amei, que fui justo, ético e bom. A vida é um sopro, passa e nem nos damos conta. Se morrêssemos hoje, estaríamos felizes com o que já fizemos? Pense…
Semana pra assistir a Nome Próprio, Batman – The Dark Knight, Wall-E, e Era uma vez… quando estreiar na sexta-feira. Em casa, baixei Persepolis, Sangue Negro, Be kind Rewind, Razão e Sensibilidade e O Poderoso Chefao 1 (nunca vi).
Eu subestimei o poder deste blog. Faz um tempo, só porque eu divulguei aqui a apresentação dos Beatles num céu de diamantes no Rio Degin Barra, o shopping lotou de tal forma que não se andava! Claro que não foi porque era de graça, nem porque havia anúncios gigantes nos jornais, não… Foi este blog aqui!
Por isso que estou pensando duas vezes se divulgo este show maravilhoso das Chicas ou não. Vai que lota como lotou o shopping? Vão culpar o blog, e não poderei mais divulgar nada! Enfim, vamos arriscar. Eis o release: Leia o resto deste post »
Li este texto no blog da Catarina Chagas, chamado Pensando Alto. Adoro os textos dela. É uma das poucas pessoas que eu conheço que faz críticas de livros. Eu não tenho esta capacidade, e a invejo muitíssimo! hehehe
Acho que vocês também vão adorar o texto:
Mantendo contato
Carioca tem essa mania de não querer que as pessoas saiam da sua vida. Então, quando encontra uma pessoa que não vê há milênios e que não faz grande diferença em seu cotidiano, manda logo um “vamos combinar alguma coisa!”, mesmo sabendo que a probabilidade de “alguma coisa” rolar é menor do que a chance de um camelo passar no buraco de uma agulha, para usar a imagem bíblica.
É que nós, cariocas, desenvolvemos um carinho por certas pessoas e custa-nos dizer adeus. Os amigos do colégio, da faculdade, do primeiro emprego. A gente passa meses, até anos, sem encontrar. Mas basta vê-los na rua para sentir saudades, puxa, a gente devia se ver, gosto tanto de você etc e tal.
Eu sou carioca típica nesse aspecto. Tenho uma lista grande de pessoas queridas com quem tenho pouco ou nenhum contato, mas que guardo como representantes especiais de épocas que já passaram. E o meu “vamos marcar alguma coisa”, ainda que não goze de concretude, é expressão sincera da vontade de relembrar, retomar, manter contato. Só que vêm o milhão de coisas para fazer e as dezenas de amigos com quem efetivamente mantenho contato, então, se já vivo há tantos anos sem fulaninho, viverei um ano mais.
Concordo e assino em baixo, Catarina!
Nesse 1 ano, escrevi muita coisa sobre muita coisa. Dando uma olhada no passado, percebi que acabei me concentrando em críticas, sejam elas de cinema, música ou TV. Tais críticas acabaram sendo os textos mais acessados do blog.
Percebo que os posts que ganham mais acesso são os que figuram personalidades requisitadas (Sandy e Junior, Maria Rita) e/ou que não tem muito conteúdo pela web (Diego Fernandes, Mercadão…). Como faltam artigos, eles acabam caindo aqui. Leia o resto deste post »
Há um ano atrás eu começava a escrever aqui. Blog era um hábito de leitura diário, e eu quis tentar fazer o meu. Sempre gostei muito de escrever, desde criança. Fazia histórias, poemas. Amava as redações do colégio. No entanto, nunca me achei efetivamente um escritor, ou redator.
Aqui eu descobri um talento novo. Conforme ia escrevendo, e as pessoas iam elogiando, crescia em mim a segurança e a vontade de escrever. Fiz um pouco de tudo por aqui. Acima de tudo, fiz amigos que hoje são reais, outros ainda virtuais, mas todos de coração.
Agredeço demais aos leitores fiéis, que acham alguma graça nessa pequena bagunça, e espero neste próximo ano escrever mais e melhor.
Muito muito obrigado!
Brennan Manning, autor de O Evangelho Maltrapilho (livro totalmente recomendado por mim)
Às 3h da manhã o ônibus que levava a equipe Canção Nova ao Hallel de Londrina parou próximo ao Terminal do Tietê, e ali subimos eu, Grecco, Pedro e Maninho. Eu e Pedro fomos para acompanhar os dois durante esta viagem. Mal sabia quem estava lá pra trás do ônibus, dormindo neste início de longa estrada.
Que graça de Deus é conhecer e acompanhar pessoas realmente dispostas à missão. Abertas ao cansaço do caminho, dos trabalhos, tendo a certeza silenciosa e inegável de que talentos estavam sendo multiplicados. Conosco estavam alguns ótimos músicos, que tocariam com Eliana Ribeiro, Marcio Todeschini e Eugênio Jorge. Este último estava lá, com toda a sua simplicidade e sorriso, junto com Roseli. Vários irmãos que foram somente para servir, o Padre Paulinho em seu aniversário, e a querida, divertida e muito competente Marilena. Aliás, como admiro as pessoas que têm o dom de organizar, gerenciar, liderar. Que sabem cobrar e exigir, e mesmo assim transmitirem o amor de Deus. Invejo mesmo, porque sou péssimo administrador, e não tenho a menor capacidade de organizar nada (este blog é um exemplo… heheh).
O sábado foi mais para esperar pelo domingo, dia do Hallel. Para os leigos do blog, Hallel é um evento conhecido no Brasil, num formato similar a um Rock in Rio. Um palco principal, várias tendas temáticas, além de espaços para confissões, adoração e alimentação. Existe em diversas cidades (dias 15, 16 e 17 de agosto será na Canção Nova), e era a 5a edição em Londrina.
É uma correria. Estava acompanhando o Grecco, e íamos de tenda em tenda, sempre atrasados para um próximo horário. Mais uma vez, o gaúcho mostrou suas canções e contou sua história com simplicidade, eloquência e amor, e junto com Maninho cantaram muitas músicas. Acabamos o dia cansados, mas totalmente agradecidos a Deus pela forma simples como Ele se manifesta. Pra mim, foi uma volta aos dias de Juventude Missionária. Ralação que compensa.
Agradeço demais aos que serviram na equipe do Hallel, aos irmãos e novos amigos da Canção Nova (daqui a um mês nos vemos novamente), ao Simão e Pedro, pela grande amizade. E agradeço muito aos dois exemplos de que podemos fazer música pra Deus com qualidade e poesia. Eu não sei quanto a eles, mas por mim o trio está feito!
Estavam com saudades, né?
Estava a semana inteira muito pegado aqui no trabalho, muitas coisas pra fazer e pouco tempo pra escrever. No entanto, não posso abandoná-los.
Este fim-de-semana eu tive uma experiência maravilhosa. Foi um salto, uma aposta. Jogar-se de cara na missão.
A viagem começou em São Paulo, chegando bem na hora pra atração mais famosa da cidade, o engarrafamento. Eu e Thiago Jacobs, meu fiel escudeiro, nos encontramos com o Maninho e o Grecco, além dos queridos André e Pedro. Maninho já é conhecido nesse blog, e o André e Pedro já me acompanharam na minha última viagem à terra da garoa. Grecco, outro personagem lá do Sul, é mais uma nova grande figura nessa música católica contemporânea.
A Comunidade Shalom de Sto Amaro nos recebeu de portas abertas para um show dia 11. Eu estava tenso, confesso, pois ninguém lá sequer tinha ouvido o meu nome. Estavam mesmo para o show do Maninho. Mas subi no palco, e cantei. Talvez fosse inspiração, mas sei que escolhi Quanto tempo você tem para abrir a apresentação. Na hora os rostos antes duvidosos se abriram, pois reconheceram a música gravada pela banda Dom. Aí sim eu fiquei mais à voltade para cantar sem medo o que viria pela frente. Terminado o show, tive a certeza de que havia me apresentado de forma honesta, e as pessoas perceberam e apreciaram. Mais fácil também, já que estavam para ver o Maninho, que não chega a ser tão distante do que canto.
Depois veio o Grecco, que tocou de forma muito honesta também, muito aberto com seu público, um genuíno compositor, feliz em apresentar as pequenas grandes obras dadas por Deus. Grecco logo chamou Maninho, e juntos levaram algumas músicas, para o Maninho enfim terminar o show.
E foi impressionante. O gaúcho que andava meio desanimado logo emocionou-se na primeira canção, A Senha, que foi cantada por todo o público. Este feito foi multiplicado por todas as músicas, na ponta da língua dos jovens na platéia. Depois de um tempo, foram pedindo músicas, do Papel Dobrado (primeiro CD solo do Maninho) e do Paz e Mel… Se pudesse, Maninho ficaria tocando todas as suas composições, e o público cantaria cada uma! Foi impressionante!
Em seguida conto como foi o resto do fim-de-semana…

Engraçado como você pode gostar menos ou mais de alguma coisa de acordo com suas expectativas. Fui assistir Hancock ontem, esperando que seria uma bela porcaria. Saí do filme bem satisfeito, mas algo me dizia que não era realmente bom o filme.
Depois parando pra pensar, e conversando com quem tinha visto, percebemos várias coisas. Misturar drama com comédia pode até dar certo, mas quando feito de forma errada é desastroso. Imagina você vendo uma cena tensa ou triste ao som de uma trilha feliz no estilo Desperate Housewives… Perde totalmente o clima. Além, claro, das muitas incoerências e erros de roteiro que existem.
Apesar disso, é uma boa diversão. Will Smith é ótimo no papel, além dos demais atores. Pode ir tranquilo e não espere uma obra de arte… rs
Olá fiéis leitores e amigos. Cá estou eu, cheio de coisas pra fazer, enrolado como sempre, mas não posso deixar de passar aqui, nem que seja pra dar um breve olá para vocês, e falar das pequenas coisas que passam.
- Sexta-feira vou fazer meu primeiro show solo em São Paulo. Será na Shalom, em Sto Amaro, abrindo o show do Maninho. Depois disso, iremos pra Londrina-PR, para o Hallel. Estou muitíssimo feliz com esses primeiros passos sozinho, agora que já não estou mais com a Em Nome do Pai. Enfim, que Deus abençoe tanto a eles quanto a mim, para no final todos fazermos a vontade Dele por aí.
- Acabo de assistir ao episódio final de Six Feet Under. Que série maravilhosa e triste. A melhor que já assisti, me rendeu muitas lágrimas e felicidade. Imperdível.
- Dia 19/07 a banda Dom vai tocar na Paróquia do Loreto, na Freguesia. Não deixem de ir também.
- Estou devendo assistir vários filmes. Wall-E, Agente 86, O Escafandro e a Borboleta… conforme assisto, colocarei minhas críticas.
- Estou de dieta. É horrível. Mas aos poucos, vou me acostumando. Já quase não tomo café, e tenho resistido bem aos doces. Até quando? hehehe
Bem, é isso. Té mais!
Algumas vezes assistimos a determinados shows e já sabemos o que esperar. Quando decidi ir ao show do Jay Vaquer no Rival nesta sexta-feira, imaginava que seria um show bom, mas nada muito diferente dos demais shows deste CD Formidável Mundo Cão. Somente no dia descobri que seria acústico, e isso me fez partir para a Cinelândia com expectativas. Leia o resto deste post »
Estou impressionado até agora com as imagens que vi. Acabo de assistir ao trailer do DVD acústico da banda Rosa de Saron, veteranos do rock católico.

Muitos já me falavam da banda, que tem um enorme público pelo Brasil, mas nunca havia parado pra ouvi-los. Confesso que eu tinha um certo preconceito, por ser rock (que burro eu, né?). Agora, depois de ver este trailer, estou escutando o cd acústico, e gostando muito da qualidade vocal, musical e até das letras do grupo.
Veja o trailer aqui e faça sua avaliação. É bem inspirado nos acústicos da MTV, pelo visto, mas não perde nada em qualidade. Impressionante um material nesse nível. E é católico!
Nesta próxima terça-feria, dia 1º de julho, o Rio Design Barra terá uma apresentação gratuita do musical Beatles num céu de diamantes. Abaixo eu conto um pouco do que se trata este espetáculo belíssimo a que assisti.
É inegável que a obra dos Beatles é riquíssima. Já foi revisitada diversas vezes. O último destaque foi o filme Across the universe, que não me convenceu como filme, mas até que algumas versões eram boas.
Mês passado assisti a Beatles num céu de diamantes, um musical da dupla de sucesso Charles Möeller e Claudio Botelho, feito com o elenco já conhecido das outras peças como 7 – o musical ou mesmo Ópera do Malandro. É um musical completamente emocionante, ainda mais para quem conhece e gosta dos rapazes de Liverpool.
Em sua estrutura o musical é muito simples, tendo 11 atores-cantores e mais 3 músicos (teclados, violoncelo e percussão), um cenário composto somente por algumas escadas e adereços que se resumem a malas e guarda-chuvas. O figurino também é bem simples, um tanto atemporal. Outra coisa curiosa do espetáculo é que não há texto. Nadica de nada. Somente músicas.
O fato de ser um musical somente construído de canções torna tudo mais subjetivo e interessante. Não há exatamente uma história, ou personagens fixos. Há uma intenção, uma trama, um fio condutor. Segundo os próprios diretores: “Fio condutor? Há algum sim, mas não é didático nem cronológico. Imaginem Alice na toca do coelho… Seria isso: o sonho; a fuga; a descoberta; o amadurecimento; a volta. Os Beatles eram fãs fervorosos de Lewis Carrol e de Alice no País das Maravilhas… Alice fala o tempo todo de Tamanho e de Labirintos. De ritos de passagem. Como os rapazes de Liverpool, Alice quer entender o seu tamanho nesse mundo. Diante das coisas. O sentimento de ser mínimo em alguns momentos e gigante em outros”
São pequenas histórias, pequenas relações, que vão sendo costuradas pelas músicas belissimamente interpretadas pelo elenco. Eles, por exemplo, juntam todas as canções com nomes próprios, culminando num Hey Jude agudo e belo. Algumas outras músicas ganham releituras divertidas, como A Hard day´s night, Yellow Submarine e Obladi Obladá. E torna-se uma experiência curiosa na medida em que você vai tentando entender o que se passa na cena, e o que aquela música te faz sentir. Me lembra um pouco aquelas exposições da Imagem do Som, onde artistas plásticos interpretavam músicas com suas obras. É meio isso, uma representação cênica das canções, mas com uma ligação sutil e natural entre elas.
O elenco é todo muito bom, e cantam absurdamente. Coreografias também são poucas, ressaltando mais os movimentos e intenções de cada cena. Eu fiquei boquiaberto em muitas músicas, impressionado com a potência e controle vocal de todos, além da harmonia. As músicas que me deixaram mais extasiados foram Golden Slumbers e uma junção de Yesterday com Let it be, onde um casal senta de costas um pro outro, e cada um canta uma canção diferente, com a mesma harmonia. Os poucos instrumentos presentes são precisos e suficientes, contribuindo para a simplicidade do espetáculo.
Não vá com medos ou ressalvas. Beatles num céu de diamantes é musical pra ver e curtir, seja como show ou como peça, e entender porque os Beatles deixaram seu marco na história da música. A peça continua em cartaz (começaram no fim do ano passado, acreditem!) no teatro do Leblon, de quinta a domingo.
Sobre a apresentação no Rio Design Barra:
Eu acho ótima a iniciativa, uma vez que nem todos podem pagar os 50 ou 60 reais do ingresso no teatro. Por outro lado, certamente vai ser mais precário em termos de iluminação, som e cenário, e é bem provável que a platéia faça um bom ruído por lá. Eu aconselho assistir no teatro mesmo! Mas, caso queiram arriscar, tenho certeza de que também será lindo, mesmo nestas condições.
Me respondam uma dúvida rápida:
por que as pessoas ficam com o msn em estado “Ausente” o dia inteiro? Eu sempre desligo o msn quando não uso, mesmo com o computador ligado. Afinal, não quero chegar em casa e ler dezenas de mensagens offline. Ausente mesmo eu só coloco quando eu não quero falar ninguém, mas caso seja urgente podem falar comigo mesmo assim.
Agora, percebo que muita gente deixa ligado no Ausente e vai dormir, vai trabalhar, vai pra faculdade… Por que será que deixam ligados no Ausente? E por que outras ficam Ausente sempre, estando presentes ou não?
Espero a resposta… rs
Este texto começa com uma reflexão sobre a tecnologia descrita na música popular. Mas caso queira pular direto pra obra-prima do Buchecha sem ler o texto, só ir lá pra baixo. Eu, entretanto, aconselho a ler e refletir comigo.
Vamos deixar uma coisa clara primeiro. Não sou nada contra manifestações populares. Muito menos de falar sobre coisas modernas em músicas. Um ótimo exemplo disso é a música Pela Internet, do Gilberto Gil (acesse este link e veja como é genial tanto a música quanto o arranjo), fazendo referência à outra música que falava sobre um tema mais do que moderno pra sua época: Pelo Telefone. Este foi o primeiro samba da história brasileira a ser gravado, talvez um dos primeiros compostos, e já mencionava algo novo e revolucionário, o telefone (acesse este link também).
No entanto, há formas boas e ruins de falar sobre os avanços da tecnologia e sua presença na sociedade. Uma forma não muito boa que mostrei aqui semana passada foi a da música Muito Feliz. Mas sinto dizer que nosso amigo Buchecha se superou com a nova canção Novinha do Orkut.
É interessante perceber o quanto esta rede social virou parte do cotidiano de todo mundo, até das pessoas mais humildes. Todos TODOS têm perfis no Orkut, vasculham a vida alheia olhando os scraps, as fotos, os blogs. Eu lembro que eu coloquei meu perfil lá bem no começo, quando haviam ainda mais americanos que brasileiros inscritos.
Voltando ao funk do Buchecha. É genuíno e honesto falar de Orkut e msn nas músicas? Sim, porque não? O que critico aqui é a maneira pobre de utilizar estas expressões novas nas composições. Da forma que foi feito, chega a ser divertido de tão grotesco. Se fosse feito por uma criança, tudo bem, seria compreensível. Mas uma música adulta, que fará provavelmente um grande sucesso… É uma pena…
É uma pena que tantas ótimas composições de tantos artistas geniais fiquem em segundo plano frente aos sucessos de tais “obras de arte”.
Enfim, a música:
http://www.youtube.com/watch?v=U56jsi8siqU
Pra começar, o que é começar com ele falando “on… on…. online”? E os sons de msn e internet no meio da música? Bem bolado, né?
A letra:
Hoje eu entrei no teu orkut
Entrei no teu orkut
Novinha que saúde (ok, ok… é uma gíria, “que saúde!”.. Compreensível. Mas ele está de olho em uma menor de idade, se é que eu entendi direito… Isso é pedofilia! Vai ter o perfil cassado)
Você tava tão sexy, tão rude (rude? rude?????? como assim? Sexy e rude? É pra rimar, usa pude, ilude, alaúde, sei la… sexy e rude foi brabo)
Tão cheia de atitude (é, ela é rude, portanto deve ser mesmo cheia de atitude)
Atriz de Hollywood (hahahaha… o que não fazemos pela rima, não? Orkut rima com saúde, rude, atitude e Hollywood)
(aí ele começa a fazer uma coisa super inteligente. Ele compara as atitudes da moça e os acontecimentos às ações da internet. Veja:)
Adorei acessar
O teu perfil gamei quando te vi dançar (sacaram?)
A mais linda de todas que há
No teu bate-papo vem me adicionar (hmm ou seja, vamos bater um papo? uau)
Faz um login do meu coração (oooooh caramba. Entenderam? Entre no meu coração, com a sua senha!!!)
Mande um scrap, não me deleta não (ou seja — que genial —, fale comigo, não me mande embora)
Teu e-mail quer meu provedor (putz, isso foi uma menção erótica? Eu juro que to tentando interpretar, mas tá difícil)
Vem pra rede ligar esse amor (rede de deitar ou também rede virtual. Que gênio! Ligar esse amor quer dizer transar?)
Quero entrar na tua comunidade (comunidade=favela? ou comunidade tipo “quero fazer parte da tua turma”?)
No blog da paixão te envolver (heheheheh)
O amor é o atalho da felicidade (concordo… no teu caso, é shift+delete)
É navegar no portal do prazer (ok, não consigo mais comentar. Esta última foi a superação. Portal do prazer… é um bom nome de site erótico, não?)
Apostam quanto que vai ser um sucesso essa m*****?
Bem, pra mim este é um dos clássicos mais bonitos do jazz. E este vídeo, feito só com tipografia e formas básicas, só enobrece a linda canção interpretada por Nina Simone.
Aqui eu falo muito, sobre muitos assuntos, mas pouca coisa vocês conhecem do meu dia-a-dia. Com esta idéia, e uma câmera na mão, decidi começar a mostrar o que se passa neste cantinho da Taquara.
http://www.youtube.com/watch?v=z0iCu8G88bA
Editei este videozinho de um almoço de domingo clássico aqui em casa. Solzinho, labradores sonolentos esperando a comida, e meus pais na cozinha em pleno preparo de uma moqueca de peixe e camarão. Bem rapidinho, só pra vocês morrerem de inveja! rsrs
Até o próximo!
Esta semana fiz outro salmo para o Portal da Música Católica, referente ao salmo do próximo domingo.
Eiso o link
http://www.portaldamusicacatolica.com.br/salmoonline.asp
Galera, que tal um videocast meu?
Já tenho um tema na cabeça, mas o que sugerem?
Era uma noite calma na frente do MAM quando cheguei pra retirar meu ingresso. O público — composto de uma variedade de estilos, e em sua maioria entre os 20 e 40 anos —, estava bem ansioso (com S mesmo, ao contrário da enxurrada de erros que tenho visto com essa palavra, só pra fazer uma observação.. rs).
Foi engraçado quando a banda de abertura, Duguetto, começou a tocar. Muitas pessoas não tinham idéia de que haveria algo antes da Joss Stone, e estranharam. A banda foi simpática, apesar da extensa introdução. Fazem um som hiphop/soul, meio exagerado mas correto.
Meia hora depois entravam os tapetes persa, e a galera começava a gritar… Joss chegava. Linda, cabelos castanhos e um vestidinho hippie e sexy, entrava com Girl they won´t believe it, e já na segunda música, Head Turner, simplesmente ao ouvir o público cantando (watch me walk!), ficou super sem graça. É, a timidez fofa de Joss, já observada pelos DVDs e Youtubes, é genuína. Ao longo do show ela misturava a interpretação concentrada e direcionada com risos e gracejos aos fãs.
Fui pro fundo do Vivo Rio pra enxergar melhor. Sou baixinho, e decididamente não paguei pra ver flashes do show entre as cabeças dos altões, muito menos pra assistir ao telão. Fui pra trás, consegui uma ótima vista e fiquei.
Tell me what we´re gonna do now é a música de maior sucesso nas rádios, e foi a que o povo mais cantou. Pra mim, o ponto alto do show foi a sequência de Don´t you wanna ride/less is more/You had me e também Right to be wrong no final. Achei desnecessárias Bad Habit e Music. Mas no geral fiquei boquiaberto o show inteiro, delirante. E ela escolhe as músicas lá no palco mesmo, na hora. Percebeu que o público tava empolgado e fez um show bem pra cima, e atendeu os pedidos dos fãs cantando Baby Baby Baby (que eu acho uma tentativa pior de repetir Super Duper Love, mas funciona).
Que coisa, ali eu percebi que são poucos os artistas que eu realmente adoro. Joss é um deles, e acho que até vir algum outro lá de fora vai demorar. Dos brasileiros, só ficarei assim empolgado quando Maria Rita voltar ao que era (se voltar). Chicas também me empolgam muito. Mas queria mesmo era ver um Michael Bublé, ou um Jamie Cullum (de novo)… Digam-me se não vale a pena pagar caro pra ver um show exepcional de um artista que você adora?
Que pena que Joss já foi embora… queria mais!