SHOW E NIVER EM BREVE!

13 05 2008

Lembrando que é a comemoração do meu aniversário também (que cai dia 30). Portanto, não faltam motivos pra comparecer:




de volta ao início

13 05 2008

Acho que vou parar com isso de cada dia um assunto específico. Vamos voltar ao que era antes… hehehe




…amigos pra eternidade.

12 05 2008

Na última sexta-feira eu fui tentando com uma proposta: ir até São Paulo e Cachoeira Paulista. Para que, exatamente? Conhecer, socializar, conversar, me apresentar. Viagem de negócios? Pode ser. Viagem por lazer? Também. Viagem com amigos? Exatamente.

Conhecer o André, cheio de experiências e histórias do meio musical católico foi uma graça e felicidade. Ele e o Pedro me levaram pra conhecer a Galeria dos Pâes, em São Paulo, onde se pode comer café-da-manhã 24h por dia… Ficamos algumas horas lá. Continuando meu pequeno tour, fui conhecer a Livraria Cultura gigante, lindíssima.

Indo pro ABC, ainda fui apresentado ao Bar do Bolinho. O protagonista da casa, o bolinho de carne, é uma receita secreta da casa, que existe desde 1968 em São Bernanrdo. Eu acho realmente que ele leva repolho e espinafre, mas não tenho como provar… rs. Só sei que é bem gostoso, e ainda tem uma versão deste bolinho amassado dentro de um pão de forma e queijo derretido. hmmm

Saindo do cirtuito gastronômico, fomos para Cachoira Paulitsa, que é onde fica a Canção Nova (para quem não conhece, a maior comunidade católica do Brasil, com mega-ginásios e palcos, TV/radio/gravadora, enfim… difícil explicar o tamanho). Conheci muito rapidamente Juliana de Paula, uma cantora que eu pouco conhecia, mas que me apaixonei pela voz e simpatia, assim como seu marido Alexandre. Fomos para o show de lançamento do CD do Grecco. Grecco é um grande compositor da música católica, e finalmente conseguiu gravar seu primeiro CD. No show, participaram Pe. Fabio de Melo e Maninho, e foi um evento muito bonito.

Há tempos que queria conhecer o Maninho, esse cantor gaúcho que sempre foi pra mim referência, justamente por ser diferente de tudo que se escutava por aí. E como ele e o André são amigos, percebi que era a oportunidade ideal para trocar uma idéia com ele.

Fico muito feliz em encontrar pessoas dentro da Igreja que são inteligentes, cultas, conscientes de seu papel dentro desta realidade, e que conseguem ao mesmo tempo ser acessíveis, humildes, e “gente como a gente”. Pessoas, enfim, que conseguem demonstrar a santidade sem estereótipos, artifícios ou máscaras. E Maninho é assim.

Juro que, conversando com ele, percebi o quanto eu falo demais, falo mal e falo besteira! heheheh Aprendi muito, me senti muitíssimo motivado, compreendi melhor minha missão, e ainda por cima fiz um amigo desses que são pra eternidade. E prometo a mim mesmo que vou fazer de tudo para conseguir um show do Maninho aqui no Rio (acreditem, ele nunca veio).

Agradeço principalmente ao André, um amigo querido, motorista incansável, e conselheiro sábio. Outro amigo desses que não se encontra facilmente. Sem falar do Pedro, outro amigo pra colecionar! Grande abraço pra vcs 2!

Boas novas virão como fruto desta viagem. Uma certeza eu tenho, a de que agora as coisas realmente começaram. Agora é Duc in altum. Remar mar adentro.

(fotos em breve)

links da viagem:

Galeria dos Pães

Bar do Bolinho

Canção Nova

Juliana de Paula

Maninho




…só mesmo jazz pra relaxar…

9 05 2008

Semaninha braba… Muito cansado, uma dor mortal nas costas (foi o excesso de trabalho no computador? ou o travesseiro novo? ou os 2?), e muito trabalho pra pouco dinheiro, mas vamos indo.

Essa semana trouxe coisas boas também. Comprei uma filmadora (minha e do Jacobs, na verdade), então podem esperar videozinhos (videocast? será?), trechos de ensaios, e mais fotos também. Acabo de turbinar meu mac mini (que agora tem 250GB de HD e 2GB de RAM).

E finalmente no campo musical as coisas começam a andar. Portas se abrindo, novas e felizes amizades surgindo, pessoas cada vez mais ansiosas…

Deixo vocês com um vídeo muito legal, tipográfico, de uma música que eu adoro. Traduz um pouco da nossa alma de vinte-e-poucos-anos, num ritmo que combina bem com a minha vida. Com vocês, Jamie Cullum - Twentysomething!


http://www.youtube.com/watch?v=g76UDCBjRcQ




Meio-ambiente

8 05 2008

Lembra dos sacos pláticos deste post? Complete o pacote com este vídeo abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=KEDycHP35P8




Six Feet Under

5 05 2008

Existe um seriado que não te deixa surpreso ou curioso. Ele não acaba com aquele desespero de ver o próximo capítulo, e não tem revelações tão surpreendentes. Mas cada 1h dele é como um filme de drama maravilhoso e tocante, onde você se encontra com suas emoções mais íntimas, e deseja abraçar aqueles que mais ama. O nome dele é Six Feet Under (A Sete Palmos, em português).

Afinal, criada pelo roteirista do excelente Beleza Americana, Alan Ball, esta série não poderia ser diferente. A Família Fisher reúne-se com a morte do pai, Nathaniel, e começam a conviver e administrar a funerária da família. A mãe, Ruth, finalmente se vê livre e ao mesmo tempo perdida, Dave (vivido pelo “Dexter” Michael C. Hall) é um cara super fechado e gay, Nate é o irmão descolado que acaba de chegar de uma longa ausência de casa, e Claire, a adolescente da família.

A morte é o tema central da série. Cada episódio começa com a morte de alguém, cujo cadáver será administrado pela família Fisher e participa ativamente no desenvolvimento do episódio. Sempre enfocado nas relações humanas, Six Feet Under mostra personagens que tem em comum a incapacidade de lidar com seus sentimentos. Sempre acostumados com os momentos fúnebres, onde todos estão mais sensíveis, esta família parece ter adquirido uma fragilidade tão grande que preferem deixar as emoções escondidas num fundo de armário a lidar de cara com elas. Este clima é amplificado pelas atuações fenomenais de todo o elenco, sem exceções.

Quando um episódio desta série termina, você fica se perguntando como anda sua relação com sua família, com seu amor, seus amigos… Portanto, dê uma chance a Six Feet Under. Eu vou em busca da segunda temporada.




…nicest thing

29 04 2008

Ontem ou ouvi a música com uma das letras mais lindas que já vi por aí. Chama-se Nicest Thing, da cantora Kate Nash. É apaixonante, não acham?




…gastar menos e comer menos

25 04 2008

Por que, no final das contas, são sempre essas coisas que nos atrapalham? Eu to SEMPRE em dívida e SEMPRE precisando emagrecer.

Maldito impulso de consumir, e maldita preguiça de mudar…




…preguiça

25 04 2008

eeeeita preguiça danada de postar, sô!

Acho que o feriado me deixou num ritmo leeeeento.

Sério, acho que eu to me exigindo muito nesse blog. Preciso tb tomar um tempo para trivialidades aqui… Falar, por exemplo, que fui pra Cabo Frio no feriado, e foi ótimo apesar da chuva, e infelizmente tive que voltar pra trabalhar na 3a.

E falar que 4a. eu fiquei em casa o dia todo me revezando em: fazer freelas / assistir episódios de Top Chef / preparar um petit gateau de queijo com goiabada.

Tipo falar essas coisas… Nem sempre preciso de mega textos elaborados, ne?




…Salmo online

22 04 2008

Pra quem não sabe, os Salmos são canções que Davi (em sua maioria) fazia a Deus, e que estão no Antigo Testamento. Na missa eles deveriam ser cantados também, em vez de só declamados. Por isso, no Portal da Música Católica, a cada semana, um cantor cria uma melodia para o salmo do próximo domingo.

Eu fiz, graças ao Léo Mantovani, um salmo pra este domingo. Acessem e ouçam. Para aqueles músicos da missa, cantem no próximo domingo!

O link é http://www.portaldamusicacatolica.com.br/salmoonline.asp




…Apenas uma vez

18 04 2008

Estreiou hoje o filme Apenas uma vez (que já foi citado aqui inúmeras vezes com o título de Once). Eu já falei extensivamente sobre este filme aqui e aqui, e recomendo fortemente que vá assisti-lo o quanto antes, para partilhar comigo sua opinião!

Deixo mais um trechinho musical do filme aqui, do início. É uma das músicas mais fortes que já ouvi.




…leis, olhares tortos e Amor.

16 04 2008

Uma amiga minha, faz muito tempo, me disse que não voltava à igreja (católica). E me explicou porquê. Numa certa ocasião, ela entra para uma missa (talvez de sétimo dia, não sei) e alguma senhora zelosa a censura, dizendo “Você não deveria entrar na casa do Senhor assim”. O assim era uma saia. E não era mini-saia não! Simplesmente algo mais curto. E conhecendo minha amiga, que está longe de ser vulgar, entendi aquilo como um ato de ignorância pseudo-zelosa, muito comum nos templos cristãos por aí. Leia o resto deste post »




Polar Clock Screensaver

16 04 2008

Este screensaver feito pela PixelBreaker é sensacional. Ele é um relógio com vários arcos que se movem conforme a passagem do tempo, e mudam de cor gradualmente. É muito bonito, interessante. Eu mesmo às vezes me pego olhando pra ele por muito tempo, só observando as combinações de cores que surgem…

Baixe aqui neste site. Versão para Windows, Mac e widget pro dashboard do Mac OSX




Charlie me mordeu!

16 04 2008

Este vídeo foi postado por Pablo Villaça, e é muito engraçado, mesmo!

Reparem o riso do bebê-pestinha!




…about Sandy

16 04 2008

Algumas pessoas têm me perguntado o que eu acho da Sandy. Eu já havia escrito uma crítica sobre o Acústico MTV deles aqui, mas atendendo a pedidos eu coloco aqui a minha humilde opinião.

É simples. Acho a Sandy tecnicamente boa. Afinal, são décadas de aulas e treinamento. Acho que tem uma voz doce, que é apropriada a um certo tipo de música. Mas não tem força, pressão, e principalmente, não tem originalidade.

Acho equivocada a escolha pelo jazz. Ok, ela adora jazz. Mas pra você cantar jazz, ou mesmo soul, há de ter uma certa ‘maldade’ vocal. Ou seja, é necessário uma malícia no jeito de cantar, uma tendência ao improviso e ao despojamento. Eu ouvi a Sandy cantando Summertime. Essa música acaba exigindo sim uma fluidez, uma sensualidade, que falta muito na Sandy ainda. Ela ainda é muito certinha, quadradinha… Não dá.

Enfim, se a Sandy se soltasse, se tivesse uma interpretação mais livre, talvez fosse uma boa cantora. Luiza Possi tem isso, de sobra. Se a Sandy ficasse na Bossa Nova, na MPB, estaria mais localizada. A questão é enteder seus limites e características. Eu nunca cantaria rock. Nem ópera. Pois seria uma pretensão ridícula. E encarar uma Elis Regina, ou uma Ella Fitzgerald não é tarefa pra filha do Xororó, infelizmente.

Minha opinião…




…filme estrangeiro no festival brasileiro?

14 04 2008

Pois é, o GRANDE PREMIO VIVO DO CINEMA BRASILEIRO, que acontece amanhã, vai premiar o que de melhor rolou em 2007 do cinema nacional.

Agora, por que existe uma categoria chamada “Melhor filme estrangeiro”, com indicados como “Babel”, “Pequena Miss Sunshine”, “Volver”, “A vida dos outros”, e “A culpa é do Fidel”??? Já não bastam dezenas de prêmios pelo mundo afora? O que estes filmes tem a ver com o cinema brasileiro? Inclusive Babel e A culpa é do Fidel são de datas de estréia tão distantes, que nem parecem correlatos…

Eu não entendo… acho beeem desnecessário. Fiquemos com o nosso cinema aqui. Afinal, por acaso a Julie Gavras ou o Almodóvar virão para recolher o prêmio?




Get the glass!

10 04 2008

Faz um tempo já que me deparei com o Get the Glass! Foi um site/game que faz parte da campanha “Got Milk?”, que incentiva os americanos a tomarem leite. Este site foi eleito o Site do Ano de 2007 pelo FWA (Favourite Website Awards), e vale cada Kb de conexão do seu computador.

É um jogo de tabuleiro muito divertido, com ótimo visual, sobre uma família que precisa chegar até o grande reservatório de leite! Mas, no caminho, pode ser interceptada pela polícia e ir para a prisão. Funciona que nem um jogo da vida mesmo, daquele de “volte duas casas”, “desafios”, enfim… Uma boa e fofa diversão na web.

Facilita saber inglês, pois algumas das provas são de vocabulário. Vale a pena conferir, nem que seja para ver o carrinho atravessar a ponte, mudar de cenário, ou mesmo pra rolar os dados (que tem um movimento muuuito realista!)… São lindas animações!

Acesse agora e divirta-se! www.gettheglass.com

E aqui uma sequência de detalhes do making of. http://www.h4che.com/milk/




E=MC² não é fórmula de qualidade.

9 04 2008
Eu era, na adolescência, fã mesmo da Mariah Carey. De 94 até 2001/2002, eu sabia todas as músicas, acompanhava os CDs, tinha os VHS. Mas conforme a imagem da cantora mudou de uma ótima cantora da música pop/r&b para uma “gostosa” do hip-hop que sussurra e grita, minha admiração gradativamente diminuía.

Em nenhum momento quero questionar a vida pessoal de Mariah, e sim sua trajetória como cantora/compositora. Ela, que começou seu trabalho no início dos anos 90, e se estabeleceu mundialmente com Music Box e Daydream, em Butterfly já dava sinais da derrapada que viria. Rainbow é um CD irregular, onde a fase “sussurrante” dela se estabelece e Glitter foi o fundo do poço, não muito ajudado pelo seguinte Charmbracelet.

The Emancipation of Mimi não traz de volta a Mariah do passado, mas praticamente cria uma nova artista, na cultura hip-hop do presente, com canções interessantes, ótimas batidas, letras corretas e baladas de peso, como We Belong Together e Mine Again, e ótimos exemplares pra pista, como Shake it off e Get your number.

E=MC², o décimo-primeiro álbum de estúdio de Mariah, tenta repetir a fórmula do primeiro, com algumas ousadias, e outras omissões. Sucesso pode alcançar, mas acho que falta muito para ser um bom álbum. Vocalmente é muito melhor, uma vez que Mariah volta finalmente à região mais grave, à voz de peito, o que é um alívio. Entretanto, as melodias na maioria das canções precisam de mais criatividade. Estrofes com 3 notas podem funcionar em músicas mais rapidinhas, mas baladas precisam de algo um pouco menos robótico.

O CD começa com Migrate, que é um ótimo exemplar pra pista, muito correto e interessante. Até esquecemos quem está cantando. E Mariah segue com Touch my body, que é mais o estilo dela mesmo, com aquelas letras safadinhas, e melodia simpática. Dá vontade de dançar. A terceira faixa é Cruise Control, com participação de Damien Marley, e junto com o sobrenome vem um toque reggae na música. Fica legal, principalmente nas estrofes. Acho a melodia um tanto pobre, mas os toques da jamaica funcionam bem.

I stay in love é um exemplo do que eu falo sobre as melodias de 3 notas. Acho que o que falta à Mariah é um parceiro de composição que crie melodias melhores. Ela está muito nesse mundo hip-hop, e isso transparece demais nas melodias. Ok, ok… Side Effects tem a letra que fala sobre o ex-marido Tommy Motolla… mas e daí? A música não vai muito pra frente não. Nem essa nem as seguintes… Há uma tentativa de voltar aos 80’s em I’ll be lovin’ u long time e I’m that chick (que tem sample de Off the wall, do Michael Jackson), e Love Story e Last Kiss são baladas com batida que pra mim são descartáveis…

Thanx 4 Nothin’ é bem melhor. Tem um fundo de violão, e apesar da estrofe mais simples, tem uma melodia no refrão que faz sentir saudades dos velhos tempos… As outras vão na mesmice, e Bye Bye, sobre o pai de Mariah, é simpática mas chatinha mesmo… O.O.C. e For the record soam já repetitivas mais pro final do CD. Mas pra fechar, parece que Mariah quer nos dizer “olhem só como eu poderia cantar diferente…”. I wish you well tem partes da Bíblia, influência gospel e me lembrou muito The wind (última faixa do Emotions, quase desconhecida), e é lindíssima, mesmo. A gente escuta com uma saudade…

Os vocais, como disse, são muito melhores do que os CDs anteriores, com muitas notas mais graves, refrões com oitavas dobradas… Pena que as composições não fazem justiça.

E=MC² tem vários “hits”? Sim, sem dúvida. Fará muito sucesso? Sim, já está fazendo. Infelizmente, fazer sucesso não é sinônimo de fazer boa música, isso todos sabem.

Não entendo porque Mariah simplesmente não chama o Timbaland, que tem ressuscitado tanta gente aí, ou vira 180 graus e faz um CD acústico, ou com clássicos, enfim… Acho que, se ela quer mesmo ser uma diva do hip-hop, precisa largar as amizades atuais e procurar um desses midas atuais, que sabem o que fazer para ter uma música pop que vende e tem qualidade sonora. Acho que ainda não foi dessa vez. Vamos ver o que os anos e a maturidade fazem com Mariah Carey.

PS: sei que serei imensamente criticado por aqui, principalmente pelos fãs mais apaixonados. Não sou autoridade no assunto, e uma crítica num blog significa nada mais que uma opinião pessoal. Portanto se discordam, sem problemas. Pelo menos expressei minha visão.




…update das séries

7 04 2008

Pushing Daisies: Que legal que esta série está com uma divulgação tão boa! É uma das grandes revelações da comédia na TV, e esta estréia na Warner com uma campanha de marketing grande só tem a acrescentar à nossa tv.

Six Feet Under: comecei a assistir, a passos lentos, esta série de drama, que já teve seu fim ano passado nos EUA. Escrita pelo mesmo roteirista de Beleza Americana, ela conta a história de uma família de agentes funerários. É bem melancólica, com uma tiradas sarcásticas, e ótima construção de personagens. Michael C. Hall, o grande Dexter, já mostrava como era um ótimo ator aqui. Vale a pena.

In treatment: a HBO americana transmite esta minissérie, remake de uma série israelense, que é uma ficção quase realista. Mostra as sessões de um psicólogo (vivido por Gabriel Byrne) com seus pacientes, e sua própria sessão de análise. Os episódios são de 2a. a 5a., e a cada dia vemos um paciente diferente, numa sessão praticamente em tempo real, de 25 minutos cada. Muito muito interessante.




…Blindness trailer

7 04 2008

Ok, estive ausente do blog semana passada… Preguiça talvez, muito cansaço, enfim.

Essa semana me apareceu algo que eu há muito esperava, e preciso postar aqui. É o trailer de Blindness, aquele filme que já postei aqui e aqui.




…show da Outra Banda: 31 de maio

1 04 2008

3a.gif

Quem estava no meu aniversário do ano passado lembra do show que fiz. Lá no Vittorio, na Barra, de soul, jazz etc… Foi legal, né?

Pois é, dessa experiência surgiu a Outra Banda, que existe pra que possamos nos divertir, tirar um trocadinho, ganhar entrosamento e entreter o querido público. Na banda hoje somos 5: eu, Thiago Jacobs, Thiago Lima, André Guerra e Guilherme Jacobs. E pra gente é isso mesmo, uma “outra banda”. rs

Já venho anunciar aqui: dia 26 de abril 31 de maio (meu niver é dia 30) vamos tocar lá no Vittorio de novo. Vai ser imperdível! Abaixo, um gostinho do que vem:




…ingressos do teatro

31 03 2008

Eu acho, e vocês bem concordam comigo, que os ingressos de peças de teatro no Rio são absurdamente caros. E se você pensa que eu estou falando de R$50 num sábado, está enganado. Vai além.

Hoje, nos principais teatros do Rio, os preços no sábado vão de 50 a 80 reais. OITENTA, mesmo. A peça No Natal a gente vem te buscar, com Cláudio Gimenez, está no Teatro Leblon por esse preço, bem gordo. Peças como Dona Flor e seus Dois Maridos e As Centenárias custam 70 reais.

Algumas se salvam, como a montagem com Diogo Villela de Otelo, que está no SESC Ginástico (uma das poucas opções baratas que restaram) e custa R$25 . Mas não tente ir ao Shopping da Gávea, Teatro Leblon ou mesmo no Teatro dos Grandes Atores com menos de 50 reais. A não ser, é claro, que tenha carteirinha, verdadeira ou falsa.

Os profissionais do teatro são os que mais reclamam das meias-entradas. Mas como é possível pagar uma entrada inteira com este preço? Não dá! As pessoas falsificam, e eu bem entendo porquê. É uma pena que seja assim. Ainda mais quando pensamos a quantidade de patrocínio e Leis de incentivo que as peças recebem…

Não quero aqui iniciar aquela mega discussão sobre meia-entrada não. Mas só estou chocado com os preços. E gostaria muito de entender de onde vêm esses valores…




…everything so fast

28 03 2008
5a.gifEstá claro pra mim que vivemos hoje numa geração fast. Fast everything. Tudo rápido, resumido e objetivo. Não temos tempo pra nada mais. Mas queremos saber de tudo. Mesmo que seja a frase principal, ou as palavras-chave de cada assunto.

As peças em cartaz que fazem mais sucesso atualmente são aquelas feitas de esquetes. Pequenas cenas, rápidas. As editoras cada vez mais investem em livros de contos. Por quê? São curtos, não dão trabalho. Não é chato. E sabe qual é um dos porgramas mais acessados no site da MTV? O 15 minutos, ótimo programa com Marcelo Adnet que tem… só 15 minutos. E são 15 falando sobre assuntos variados, sempre multicultural.

Fazemos sites onde reunimos nossos blogs favoritos, e lá aparecem apenas as manchetes das matérias. Se eu quiser saber mais, clico no link. Mas prefiro ver tudo de relance, como passar os olhos numa primeira página de jornal. Assim eu sei de tudo um pouco. E o Youtube é o rei da web, por onde tudo pode ser assistido. Mas contanto que não dure muito.

Eu não sei vocês, mas para mim existe uma preguiça mental generalizada. Ou será a configuração do mundo moderno mesmo? A tendência é estarmos com pressa, fazer tudo correndo… As pessoas gabam-se de saber de tudo, mas o sabem de forma tão rasa que é como se não soubessem nada.

Eu tento fugir desse movimento, mas é difícil. Acabo me rendendo ao ritmo. Aos que querem mudar realmente, recomendo o slow moviment.

E vocês, o que acham?




…Youtube semanal 1

26 03 2008

yout1.gif

Hoje começamos com a sessão de YouTube semanal. Coisas leves, divertidas, curiosas. Enfim, o que der na telha.

Tetris Humano Alguns malucos tiveram o saco a idéia de fazer um Tetris, em stop motion, com peças e sons humanos. Muito divertido.

Campo minado — O filme. Bem, é uma invenção somente. Alguns malucos decidiram criar um trailer do que seria o filme o clássico jogo do Windows. É muito, muito maneiro!




…4a. da comida ou da web?

26 03 2008

Eu pensei, pensei… depois disso decidi. Não vou fazer um dia específico sobre gastronomia. Apesar de ter postado muito nas últimas semanas sobre isso, acho que pouco tenho a dizer sobre essas coisas realmente. O que seria, uma receita de petit-gateau por semana? Mais dicas de sites de comida? Enfim, não deixarei de falar sobre isso, em posts aleatórios sem data marcada.

4a1.gifNo lugar disso, falarei de coisas da web e design. Vídeos do YouTube, sites interessantes, novidades no mercado e críticas das coisas bizarras por aí. Um apanhado das minhas viagens virtuais para aliviar o meio da semana. Ok?




…Luiza Possi

25 03 2008

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Rotular não é bom. Julgar de forma preconceituosa, pior ainda. Acontece com muita gente no meio musical, infelizmente. Imagine um artista que começa sua carreira voltado para o pop, para o público adolescente, e ao longo da carreira vai amadurecendo e mudando o foco. O artista agora tem um som mais apurado, de mais qualidade, porém para o grande público continua sendo mais um cantor pop que hoje está e amanhã vai embora. Grande público que precisa abrir os ouvidos pra escutar a novidade. Luiza Possi é um exemplo disso. Leia o resto deste post »




…what a difference a day made

25 03 2008

3a.gifQue tal começarmos a 3a. musical com um videozinho? Eu amo esta música, a letra e a melodia, e adoro mais ainda o Jamie Cullum. Impecável. Esta música, gravada originalmente por Nat King Cole, está no 2o. Cd de Jamie, Twentysomething. Se eu fosse você baixava comprava mesmo (rs).




A família Savage e Kramer vs Kramer

24 03 2008

Ainda alguns filmes que vi e vou comentar.
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A Família Savage

Apesar das ótimas atuações de Phillip Seymour Hoffman (sempre bom) e Laura Linney, The Savages não é meu tipo de filme. Dois irmãos têm que ir ajudar o pai, que já está velhinho e precisa de cuidados. O filme passa mostrando como aquela experiência faz crescer e reunir os 2 irmãos, mas de uma forma lenta, e muiro morna. Não tem nem muito drama, nem muito riso, nem muito nada. Daqueles filmes que te dão sensação de que pouco aconteceu, e sono.. muito sono.

(The savages (2007) USA | Diretor: Tamara Jenkins | Laura Linney, Phillip Seymour Hoffman, Peter Friedman | 113min)

Kramer vs Kramer

FIlme vencedor do Oscar de 1980 (melhor filme, diretor, ator e atriz coadjuvante, e roteiro adaptado). Joanna (Marys Streep) deixa seu marido Ted (Dustin Hoffman) e seu filho, para se descobrir sozinha. O deixa rapidamente, pegando Ted de surpresa. Ele, um publicitário em plena ascenção, vê sua carreira decaindo enquanto tem que se preocupar com o filho, de quem nunca cuidou muito bem. A descoberta dos desafios e belezas da paternidade é o que preenche o filme, culminando na disputa entre pai e mãe da guarda do filho. Streep e Hoffman estão estupendos em sua juventude, e o filme emociona muitíssimo. Destaque para o pequeno Billy, o ator Justin Henry, que foi o mais novo concorrente ao Oscar por neste papel.

(Kramer vc Kramer (1979) USA | Diretor: Robert Benton | Meryl Streep, Dustin Hoffman, Jane Alexander, Justin Henry | 105 min)




Irina Palm

24 03 2008
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Maggie é uma avó inglesa desesperada. Seu neto Ollie, está com uma grave doença e o tratamento só pode ser feito na Austrália. Para conseguir o dinheiro, ela - que não sabe fazer nada - acaba aceitando um trabalho num sex-shop, como “punheteira” (palavras do filme, juro). Os caras enfiam seus pênis na parede e ela, com suas mãos macias, os satisfaz para ganhar o dinheiro necessário para o tratamento de seu neto. Para este trabalho, acaba ganhando o codinome de Irina Palm.O filme é um misto de comédia com drama, que funciona muito bem. É lindo observar como Maggie vai se descobrindo útil e valorizada com a vergonhosa profissão, tendo sua auto-estima elevada além de ajudar o filho. O filme é divertido, Marianne Faithfull está muito bem no papel. Um filme pra divertir, rir e se emocionar, que deveria fazer parte da sua litsa para as próximas semanas no cinema.Update: acho que passei uma impressão errada do filme. Ele é muito mais dramático que cômico, e ficaria triste em ver as pessoas rindo de cenas sérias. Pelo menos foi assim que eu o entendi. Mais triste do que engraçado. (Irina Palm (2007) Belgium,  Luxembourg, UK, Germany, France | Diretor: Sam Garbarski | Marianne Faithfull, Miki Manojlovic, Kevin Bishop, Siobhan Hewlett | 103 min)




…Na natureza selvagem.

24 03 2008

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Assisti a alguns filmes esta semana e preciso partilhar com vcs. Mas um de cada vez, né? Vamos começar pelo melhor…

Alguns falaram e eu confirmo. Na natureza selvagem (Into the wild), o novo filme dirigido por Sean Penn, lembra em muitos momentos o Homem Urso de Herzog, documentário que conta a vida de Thimoty Threadwell, o cara q passou a vida com os ursos até ser comido por eles.. Neste caso, não é um documentário, mas uma ficção baseada na biografia de Christopher McCandless, jovem que decide viver só da natureza. (…)

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