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	<title>Comentários sobre: &#8230;música religiosa. Uma opinião sobre a verdade na composição.</title>
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	<description>Um pouco de tudo.. assim como a vida.</description>
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		<item>
		<title>Por: Anne</title>
		<link>http://camubruno.wordpress.com/2007/08/02/musica-religiosa-uma-opiniao-sobre-a-verdade-na-composicao/#comment-1044</link>
		<dc:creator>Anne</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 01:14:35 +0000</pubDate>
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		<description>Ih! Achei esse post bem antigo quando tava pesquisando sobre Maninho, coisas sobre o CD &quot;Feito de escolhas&quot;. Nem sabia quem era o tal Diego Fernandes e procurei as músicas na web. Gostei. Vou comprar o CD... E achei a Maria Rita, que eu também gosto e me deparei com esse texto...

E apoio você completamente!

Sabe, eu também acho que se a música católica é independente, rica, que ela tem que ter as metáforas, o rock metal, os DDD&#039;s que são “muito demais”, a Eliana Ribeiro, o Grecco (declaradamente apaixonada pelas músicas dele!), Maninho (idem Grecco!), Ziza Fernandes (fantástica!), Irmã Kelly Patrícia, Toca de Assis... Temos que ter também as músicas que denunciam. Que sejam elas em qualquer ritmo, estilo, mas que sejam...

Criar personagens é sempre uma grande alternativa. Sempre tive uma mente fluida e ficava inventando histórias. Um dia comecei a pôr nos papéis. Era um conto no fim de 2007. Hoje tem 1362 páginas (rsrsrs) e cada dia mais outras se juntam ao monte... Foi uma vazão da mente. Comecei com essa idéia sua. Eu ainda não tinha dado aquela &quot;topada&quot; com Deus, mas sempre fui da igreja... Aquele cristão meio morno e hipócrita que dava boas acusadas na minha religião por ignorância, por falta de informação... Foi aí que comecei a escrever. Tudo foi amadurecendo, topei com Deus e...

E comecei a criar diversos personagens com críticas e coisas que eu não tinha, mas que eu poderia ter ou que outro tem, vive, vê... Virou desafio pra mim e isso me fez uma pessoa melhor. Afinal, é Evangelho se colocar no lugar dos outros e pensar antes de fazer algo. Fazer ao outro o que quer que façam com você, não fazer o que você não quer que façam...

Assim como você viu as músicas, eu vi os livros. Tem livro de oração, cura, libertação, jejum, história dos santos, doutrina da igreja, livros direcionados aos jovens... Confesso que não vi um livro que junte literatura com juventude, minha religião e que seja REALISTA. Porque escrever que um jovem, porque tá na igreja, é santo, perfeito, fabuloso e quem está lá fora é cruel é muito fácil. E é hipócrita. 

Comecei a escrever o que queria ler como jovem católica praticante. Lia muito. Hoje menos porque escrevo também...

E nisso apareceram nos meus escritos jovens que saem da igreja e que voltam um dia, os que não voltam, os que são magoados com o passado, os que são maus filhos, os que têm a infelicidade de ter um pai ou uma mãe horripilante (uma coisa bem real que às vezes ignoram!), a hipocrisia de quem &quot;finge&quot; estar na igreja (mas a história é outra!), os que estão e precisam ser humildes para reconhecer que não estão prontos (essa me fez crescer mesmo!!!), as tentações do namoro, o homossexualismo e muitas, muitas, muitas outras coisas...

E uma pessoa (uma das únicas pra quem eu contei que escrevo para extravasar) pareceu achar que era falso testemunho eu inventar pessoas e colocar o que eu não tenho, não vivo, não sinto, mas dou voz a elas como se fosse eu. Fiquei um tempo triste, reflexiva, remoendo isso... Depois vi que cada situação que escrevi e que nunca vivi me fez viver de alguma forma porque aprendi a olhar sempre além. 
Há tanta polêmica em converter um jovem e parece um mar de flores. Ele tem a topada com Deus (um jovem daqueles completamente afastado!) e aí sai correndo, confessa, muda radicalmente de um dia pro outro... Moralismo, utopia, demagogia... Isso demora, é processo lento. Ele não é “gente” feita e sim “gente” que se faz diariamente. Conversão é isso.

Escrevi um rapaz que se converte e demora meses entendendo tudo. Achei mais real. Glória a Deus pelos que se convertem logo, mas não é lá tão fácil. Achei mais real a minha história. Não o vi aí pela rua, mas fez diferença em mim ainda que não seja exatamente eu. É alguém que acho dentro de mim aos poucos. Tem partes de mim, mas não sou eu. É um mistério... 

Aprendi a olhar diferente para os outros escrevendo os outros que vivem em mim. Será que coisas assim não fazem diferença? É falso testemunho? É errado ser religioso mostrando que nem tudo é um mar de flores e há muita hipocrisia? Não acho!

Escrever o que não se vive é desafio, mas também é amadurecimento para com quem se é e humildade em pensar que há quem viva como o personagem criado. A história continua passando por você, como temem tanto os artistas católicos/cristãos em vê-la não passar. Ela faz efeito no interior, mexe do mesmo jeito. A diferença é que ela não vem impulsionada pela vida no meio de uma situação como uma doença que você não escolhe. Você quem tem que tirar os olhos de si e olhar além. É um despojar-se, uma escolha humilde. É interessante...

...

Enfim, concordo com você! O texto tá muito legal (apesar de velho! rsrsrs)...
Ah, e se não fizer uma música, criando personagens ou não, pegue um papel e deixe a mente fluir! A mente é que faz a vida ser vivida!

Tamu junto!
Anne - Natal/RN.

PS: Desculpa escrever tanto...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ih! Achei esse post bem antigo quando tava pesquisando sobre Maninho, coisas sobre o CD &#8220;Feito de escolhas&#8221;. Nem sabia quem era o tal Diego Fernandes e procurei as músicas na web. Gostei. Vou comprar o CD&#8230; E achei a Maria Rita, que eu também gosto e me deparei com esse texto&#8230;</p>
<p>E apoio você completamente!</p>
<p>Sabe, eu também acho que se a música católica é independente, rica, que ela tem que ter as metáforas, o rock metal, os DDD&#8217;s que são “muito demais”, a Eliana Ribeiro, o Grecco (declaradamente apaixonada pelas músicas dele!), Maninho (idem Grecco!), Ziza Fernandes (fantástica!), Irmã Kelly Patrícia, Toca de Assis&#8230; Temos que ter também as músicas que denunciam. Que sejam elas em qualquer ritmo, estilo, mas que sejam&#8230;</p>
<p>Criar personagens é sempre uma grande alternativa. Sempre tive uma mente fluida e ficava inventando histórias. Um dia comecei a pôr nos papéis. Era um conto no fim de 2007. Hoje tem 1362 páginas (rsrsrs) e cada dia mais outras se juntam ao monte&#8230; Foi uma vazão da mente. Comecei com essa idéia sua. Eu ainda não tinha dado aquela &#8220;topada&#8221; com Deus, mas sempre fui da igreja&#8230; Aquele cristão meio morno e hipócrita que dava boas acusadas na minha religião por ignorância, por falta de informação&#8230; Foi aí que comecei a escrever. Tudo foi amadurecendo, topei com Deus e&#8230;</p>
<p>E comecei a criar diversos personagens com críticas e coisas que eu não tinha, mas que eu poderia ter ou que outro tem, vive, vê&#8230; Virou desafio pra mim e isso me fez uma pessoa melhor. Afinal, é Evangelho se colocar no lugar dos outros e pensar antes de fazer algo. Fazer ao outro o que quer que façam com você, não fazer o que você não quer que façam&#8230;</p>
<p>Assim como você viu as músicas, eu vi os livros. Tem livro de oração, cura, libertação, jejum, história dos santos, doutrina da igreja, livros direcionados aos jovens&#8230; Confesso que não vi um livro que junte literatura com juventude, minha religião e que seja REALISTA. Porque escrever que um jovem, porque tá na igreja, é santo, perfeito, fabuloso e quem está lá fora é cruel é muito fácil. E é hipócrita. </p>
<p>Comecei a escrever o que queria ler como jovem católica praticante. Lia muito. Hoje menos porque escrevo também&#8230;</p>
<p>E nisso apareceram nos meus escritos jovens que saem da igreja e que voltam um dia, os que não voltam, os que são magoados com o passado, os que são maus filhos, os que têm a infelicidade de ter um pai ou uma mãe horripilante (uma coisa bem real que às vezes ignoram!), a hipocrisia de quem &#8220;finge&#8221; estar na igreja (mas a história é outra!), os que estão e precisam ser humildes para reconhecer que não estão prontos (essa me fez crescer mesmo!!!), as tentações do namoro, o homossexualismo e muitas, muitas, muitas outras coisas&#8230;</p>
<p>E uma pessoa (uma das únicas pra quem eu contei que escrevo para extravasar) pareceu achar que era falso testemunho eu inventar pessoas e colocar o que eu não tenho, não vivo, não sinto, mas dou voz a elas como se fosse eu. Fiquei um tempo triste, reflexiva, remoendo isso&#8230; Depois vi que cada situação que escrevi e que nunca vivi me fez viver de alguma forma porque aprendi a olhar sempre além.<br />
Há tanta polêmica em converter um jovem e parece um mar de flores. Ele tem a topada com Deus (um jovem daqueles completamente afastado!) e aí sai correndo, confessa, muda radicalmente de um dia pro outro&#8230; Moralismo, utopia, demagogia&#8230; Isso demora, é processo lento. Ele não é “gente” feita e sim “gente” que se faz diariamente. Conversão é isso.</p>
<p>Escrevi um rapaz que se converte e demora meses entendendo tudo. Achei mais real. Glória a Deus pelos que se convertem logo, mas não é lá tão fácil. Achei mais real a minha história. Não o vi aí pela rua, mas fez diferença em mim ainda que não seja exatamente eu. É alguém que acho dentro de mim aos poucos. Tem partes de mim, mas não sou eu. É um mistério&#8230; </p>
<p>Aprendi a olhar diferente para os outros escrevendo os outros que vivem em mim. Será que coisas assim não fazem diferença? É falso testemunho? É errado ser religioso mostrando que nem tudo é um mar de flores e há muita hipocrisia? Não acho!</p>
<p>Escrever o que não se vive é desafio, mas também é amadurecimento para com quem se é e humildade em pensar que há quem viva como o personagem criado. A história continua passando por você, como temem tanto os artistas católicos/cristãos em vê-la não passar. Ela faz efeito no interior, mexe do mesmo jeito. A diferença é que ela não vem impulsionada pela vida no meio de uma situação como uma doença que você não escolhe. Você quem tem que tirar os olhos de si e olhar além. É um despojar-se, uma escolha humilde. É interessante&#8230;</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Enfim, concordo com você! O texto tá muito legal (apesar de velho! rsrsrs)&#8230;<br />
Ah, e se não fizer uma música, criando personagens ou não, pegue um papel e deixe a mente fluir! A mente é que faz a vida ser vivida!</p>
<p>Tamu junto!<br />
Anne &#8211; Natal/RN.</p>
<p>PS: Desculpa escrever tanto&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Igor Mascarenhas</title>
		<link>http://camubruno.wordpress.com/2007/08/02/musica-religiosa-uma-opiniao-sobre-a-verdade-na-composicao/#comment-765</link>
		<dc:creator>Igor Mascarenhas</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 14:32:50 +0000</pubDate>
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		<description>Penso que ao me encontrar com Deus encontrei a diferença.
Eu era muito igual, era uma cópia mal feita das pessoas que as vezes nem me olhavam.

Acredito que viver essa diferença e viver o Cristianismo, Cristo fez a diferença, ele olhava diferente, falava diferente, orava diferente.

Ora, o diferente sempre é ruim ?

Peço a Deus para que ele me ensina a ser diferente, a viver minha identidade.

Concordo contigo.

Tamu junto</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Penso que ao me encontrar com Deus encontrei a diferença.<br />
Eu era muito igual, era uma cópia mal feita das pessoas que as vezes nem me olhavam.</p>
<p>Acredito que viver essa diferença e viver o Cristianismo, Cristo fez a diferença, ele olhava diferente, falava diferente, orava diferente.</p>
<p>Ora, o diferente sempre é ruim ?</p>
<p>Peço a Deus para que ele me ensina a ser diferente, a viver minha identidade.</p>
<p>Concordo contigo.</p>
<p>Tamu junto</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Dionea Menezes</title>
		<link>http://camubruno.wordpress.com/2007/08/02/musica-religiosa-uma-opiniao-sobre-a-verdade-na-composicao/#comment-214</link>
		<dc:creator>Dionea Menezes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 18:37:10 +0000</pubDate>
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		<description>Rapaz, soltou o verbo né?!

Eu conheço um músico que tem em suas canções tudo o que você &quot;condenou&quot; e tudo o que você &quot;exaltou&quot; em seu texto. Ele é conhecido por aí como Pe. Zezinho. 
Minha relação com a música é meio sem compromisso. Também minha vida cristão não é lá... não é lá, sabe?! Então, qualquer comentário que eu pudesse dar a cerca deste seu post seria muito pobre. &quot;Who is wrong? Who is right?&quot; como você diz logo no título do texto, esta a é sua opnião. Então essa pergunta não vem exatamente ao caso. 

Traga-me liberdade, e lhe darei liberdade em troca.

Dea</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rapaz, soltou o verbo né?!</p>
<p>Eu conheço um músico que tem em suas canções tudo o que você &#8220;condenou&#8221; e tudo o que você &#8220;exaltou&#8221; em seu texto. Ele é conhecido por aí como Pe. Zezinho.<br />
Minha relação com a música é meio sem compromisso. Também minha vida cristão não é lá&#8230; não é lá, sabe?! Então, qualquer comentário que eu pudesse dar a cerca deste seu post seria muito pobre. &#8220;Who is wrong? Who is right?&#8221; como você diz logo no título do texto, esta a é sua opnião. Então essa pergunta não vem exatamente ao caso. </p>
<p>Traga-me liberdade, e lhe darei liberdade em troca.</p>
<p>Dea</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Diego Fernandes</title>
		<link>http://camubruno.wordpress.com/2007/08/02/musica-religiosa-uma-opiniao-sobre-a-verdade-na-composicao/#comment-88</link>
		<dc:creator>Diego Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2007 12:33:14 +0000</pubDate>
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		<description>Bruno...

Não estás sozinho amigo. Sobre o Cristão Hipócrita que vive dentro da Igreja. Imagine uma dupla de humoristas, satirizando essa criatura, que muitas vezes sou eu, é você? É um sátira. Um alerta. Uma oração. Uma transcrição profética. 
Recomendo fortemente a audição no CD Todo Mundo DDD da Dupla Doidin de Deus. A letra é minha...a música do Jocélio que faz parte da dupla.

Doidin De Deus - Cristão Genérico
Diego Fernandes E Jocélio De Castro

Ele pensava que já era convertido 
E já tinha admitido: &quot;aqui na igreja sou o melhor&quot;
Mas na verdade não passava de um metido
E achava tudo divertido
Minha nossa! O que é pior

Cristão genérico, cristão générico 
Era um sujeitinho histérico em busca de atenção
Ele passa o dia inteiro ajoelhado
Mas vivia alienado e esquecia dos irmãos

Quando o cristão levanta as mãos para o louvor
Tem que ter os pés no chão pra viver o amor (2x)

Corações ao alto e pés no chão (4x)

Cristão genérico deixa de ser alienado
Olhe pra cima mas também olhe pros lados
Pra ver teu irmão, pra ver teu irmão
Pra ver teu irmao, pra ver teu irmão</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bruno&#8230;</p>
<p>Não estás sozinho amigo. Sobre o Cristão Hipócrita que vive dentro da Igreja. Imagine uma dupla de humoristas, satirizando essa criatura, que muitas vezes sou eu, é você? É um sátira. Um alerta. Uma oração. Uma transcrição profética.<br />
Recomendo fortemente a audição no CD Todo Mundo DDD da Dupla Doidin de Deus. A letra é minha&#8230;a música do Jocélio que faz parte da dupla.</p>
<p>Doidin De Deus &#8211; Cristão Genérico<br />
Diego Fernandes E Jocélio De Castro</p>
<p>Ele pensava que já era convertido<br />
E já tinha admitido: &#8220;aqui na igreja sou o melhor&#8221;<br />
Mas na verdade não passava de um metido<br />
E achava tudo divertido<br />
Minha nossa! O que é pior</p>
<p>Cristão genérico, cristão générico<br />
Era um sujeitinho histérico em busca de atenção<br />
Ele passa o dia inteiro ajoelhado<br />
Mas vivia alienado e esquecia dos irmãos</p>
<p>Quando o cristão levanta as mãos para o louvor<br />
Tem que ter os pés no chão pra viver o amor (2x)</p>
<p>Corações ao alto e pés no chão (4x)</p>
<p>Cristão genérico deixa de ser alienado<br />
Olhe pra cima mas também olhe pros lados<br />
Pra ver teu irmão, pra ver teu irmão<br />
Pra ver teu irmao, pra ver teu irmão</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Jonatas Bueno</title>
		<link>http://camubruno.wordpress.com/2007/08/02/musica-religiosa-uma-opiniao-sobre-a-verdade-na-composicao/#comment-49</link>
		<dc:creator>Jonatas Bueno</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Aug 2007 16:32:16 +0000</pubDate>
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		<description>Concerteza,muitas vezes a gente pensa antes de discursar na frente da igreja,de compor uma musica a igreja.Eu acho uma coisa
Tudo que glorifique o nome do Senhor é bom aos seus olhos.Você pode contar o que passa,como nos usamos nossos blogs para falar o que achamos.MAs devemos sempre pensar se aquilo vai glorificar o nome dele.
Tambem gosto de musicas com historias ,personagens.
Parabens pelo post.

Abraços,
Jonatas Bueno</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concerteza,muitas vezes a gente pensa antes de discursar na frente da igreja,de compor uma musica a igreja.Eu acho uma coisa<br />
Tudo que glorifique o nome do Senhor é bom aos seus olhos.Você pode contar o que passa,como nos usamos nossos blogs para falar o que achamos.MAs devemos sempre pensar se aquilo vai glorificar o nome dele.<br />
Tambem gosto de musicas com historias ,personagens.<br />
Parabens pelo post.</p>
<p>Abraços,<br />
Jonatas Bueno</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Guilherme Jacobs</title>
		<link>http://camubruno.wordpress.com/2007/08/02/musica-religiosa-uma-opiniao-sobre-a-verdade-na-composicao/#comment-46</link>
		<dc:creator>Guilherme Jacobs</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Aug 2007 15:25:24 +0000</pubDate>
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		<description>Nossa Diários do Bruno Camurati! vou até salvar isso aki, quando você morrer eu vou publicar e ficar rico!
zueira!

Cara acho muito bom o que você expressou aqui! eu concordo muito com o que você diz! mas eu ainda acho que, nas musicas que a gente toca atualmente, não adianta tocá-las sem tentar ao menos vivê-las, se nos nem ao menos tentarmos trazer isso pra nossas vidas, eu creio que naum dá certo!

Sim eu sei que muitos musicos católicos não vivem METADE, UM QUARTO do que tocam, mas nos não podemos ser eles, eu digo nos banda, eu sei que você fala por si mesmo, mas acho que se encaixa na banda, será que estamos lá apenas pra tocar e ir embora? ou estamos pra MININSTRAR a música e as mensagens que passamos?

tenho mais a dizer mas acho que eu falo por outros meios que é melhor!

um abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa Diários do Bruno Camurati! vou até salvar isso aki, quando você morrer eu vou publicar e ficar rico!<br />
zueira!</p>
<p>Cara acho muito bom o que você expressou aqui! eu concordo muito com o que você diz! mas eu ainda acho que, nas musicas que a gente toca atualmente, não adianta tocá-las sem tentar ao menos vivê-las, se nos nem ao menos tentarmos trazer isso pra nossas vidas, eu creio que naum dá certo!</p>
<p>Sim eu sei que muitos musicos católicos não vivem METADE, UM QUARTO do que tocam, mas nos não podemos ser eles, eu digo nos banda, eu sei que você fala por si mesmo, mas acho que se encaixa na banda, será que estamos lá apenas pra tocar e ir embora? ou estamos pra MININSTRAR a música e as mensagens que passamos?</p>
<p>tenho mais a dizer mas acho que eu falo por outros meios que é melhor!</p>
<p>um abraço!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Juliana</title>
		<link>http://camubruno.wordpress.com/2007/08/02/musica-religiosa-uma-opiniao-sobre-a-verdade-na-composicao/#comment-39</link>
		<dc:creator>Juliana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2007 19:45:45 +0000</pubDate>
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		<description>Uouuuu Bruno,
Falou bonito viu???
Demorou pra vc começar esse espaço (seu espaço,só seu),lugar que vc pode se expressar,e ainda nos encher com o brilho de tuas palavras!!
Amei miguxo
Deus lhe abençoe Te amo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uouuuu Bruno,<br />
Falou bonito viu???<br />
Demorou pra vc começar esse espaço (seu espaço,só seu),lugar que vc pode se expressar,e ainda nos encher com o brilho de tuas palavras!!<br />
Amei miguxo<br />
Deus lhe abençoe Te amo!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Vitor Vilela</title>
		<link>http://camubruno.wordpress.com/2007/08/02/musica-religiosa-uma-opiniao-sobre-a-verdade-na-composicao/#comment-38</link>
		<dc:creator>Vitor Vilela</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2007 19:42:24 +0000</pubDate>
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		<description>Nem todo mundo que diz &quot;Senhor, Senhor&quot; entrará no reino dos céus. Mais vale o arrependimento e a verdade por pior que sejam, do que a hipocrisia. Se o que você sente vem do coração e é justo ao amor de Deus, vai em frente que Ele te consolará perante aqueles que forem contra e até mesmo em suas próprias quedas.

Torço por ti.

Forte abraço,
Vitor Vilela</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nem todo mundo que diz &#8220;Senhor, Senhor&#8221; entrará no reino dos céus. Mais vale o arrependimento e a verdade por pior que sejam, do que a hipocrisia. Se o que você sente vem do coração e é justo ao amor de Deus, vai em frente que Ele te consolará perante aqueles que forem contra e até mesmo em suas próprias quedas.</p>
<p>Torço por ti.</p>
<p>Forte abraço,<br />
Vitor Vilela</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Venturi</title>
		<link>http://camubruno.wordpress.com/2007/08/02/musica-religiosa-uma-opiniao-sobre-a-verdade-na-composicao/#comment-37</link>
		<dc:creator>Venturi</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2007 19:30:29 +0000</pubDate>
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		<description>Sensacional...

Dizia Anitelli:
&quot;O poeta pena
Quando cai o pano e o pano cai
Acordes em oferta
Cordel em promoção
A prosa presa em papel de bala
Música rara em liquidação

E quando o nó cegar
Deixa desatar em nós
Solta a prosa presa
Luz acesa
Já se dorme um sol em mim menor

Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior...&quot;
(Pena - Fernando Anitelli/ O Teatro Mágico)

Um beijo, Camurati! Como sempre, nos deliciando com sua arte!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sensacional&#8230;</p>
<p>Dizia Anitelli:<br />
&#8220;O poeta pena<br />
Quando cai o pano e o pano cai<br />
Acordes em oferta<br />
Cordel em promoção<br />
A prosa presa em papel de bala<br />
Música rara em liquidação</p>
<p>E quando o nó cegar<br />
Deixa desatar em nós<br />
Solta a prosa presa<br />
Luz acesa<br />
Já se dorme um sol em mim menor</p>
<p>Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior&#8230;&#8221;<br />
(Pena &#8211; Fernando Anitelli/ O Teatro Mágico)</p>
<p>Um beijo, Camurati! Como sempre, nos deliciando com sua arte!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
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