Estas últimas noites têm sido um tanto longas. Afinal, estreiar uma peça no Teatro dos Quatro não é coisa fácil. Monta cenário, marca luz, marca posição no palco, trocas de roupa, arruma o camarim, prende cartaz, arruma o som….
Quarta e quinta saí do teatro às 3h da manhã, cheio de tensão. A estréia é sábado agora, e tudo tem que funcionar, de um jeito ou de outro. Estou confiante na peça, está ótima, com algumas poucas mudanças (umas boas outras ruins) em relação ao ano passado.
Claro que o público é uma incógnita, mas se pegarmos a experiência passada no Laura Alvim, quando pensávamos que ia ser fraco e acabou lotando, acho que tem chances de ser um sucesso também.
Fico muito tenso durante a peça. Vocês não têm noção da rapidez que são minhas trocas de roupa nessa peça. De palhaço para José (essa é mais folgada, tem tempo), de José pra Rei Mago (essa é muito corrida. tenho que trocar a roupa toda em 2 minutos…). Depois troca novamente pra José, dessa vez com outra roupa (voado!). Depois sai, e coloca, por baixo dessa, a roupa de palhaço novamente. Numa peça de 45 minutos, acabo terminando ofegante, tenso e a ponto de um ataque cardíaco.
Estou muito feliz e orgulhoso da maravilhosa equipe. Bruninho é um diretor talentoso, ator incrível e um geniozinho. Sem a Carla pra produzir e botar ordem na casa, a peça não sairia. Os atores, todos, são ótimos! Este ano, Evelyn Castro, que participou do FAMA e é uma figura fantástica, participará cantando minhas músicas! E Isabella Secchin, diretora calejada do teatro cariora, está supervisionando tudo, e nos ensinando demais!!!
Quero muito, muito, que todos estejam lá pra assistir. Vai do dia 1 até o dia 30, sábados e domingos às 17h, no Teatro dos Quatro. Quem quiser ingressos baratinhos (a R$ 10) pgue comigo. Mande um comentário aqui, que eu respondo.

Como dizem no teatro, “Merda”!



Minha caminhada musical começou e teve uma grande influência a partir de uma cantora específica, chamada Mariah Carey. Lembro que ganhei o Music Box, e adorei. partir daí, passei por aquela fase de adolescente de ser fã de alguma coisa. Quem me conheceu naquela época sabe como eu era chato.
Sem contar essa fase quero-ser-boazuda-mas -não-consigo-emagrecer, sempre fazendo shows de biquini (pra que?). Eu, sinceramente, prefiro a fase em que ela cantava pra um público mais adulto, era mais comportada, com músicas mais elaboradas e maduras. Deixe o hip-hop para as novas gerações, Mariah! E dá um jeito nessa voz…






