Ontem ou ouvi a música com uma das letras mais lindas que já vi por aí. Chama-se Nicest Thing, da cantora Kate Nash. É apaixonante, não acham?
Ontem ou ouvi a música com uma das letras mais lindas que já vi por aí. Chama-se Nicest Thing, da cantora Kate Nash. É apaixonante, não acham?
Por que, no final das contas, são sempre essas coisas que nos atrapalham? Eu to SEMPRE em dívida e SEMPRE precisando emagrecer.
Maldito impulso de consumir, e maldita preguiça de mudar…
eeeeita preguiça danada de postar, sô!
Acho que o feriado me deixou num ritmo leeeeento.
Sério, acho que eu to me exigindo muito nesse blog. Preciso tb tomar um tempo para trivialidades aqui… Falar, por exemplo, que fui pra Cabo Frio no feriado, e foi ótimo apesar da chuva, e infelizmente tive que voltar pra trabalhar na 3a.
E falar que 4a. eu fiquei em casa o dia todo me revezando em: fazer freelas / assistir episódios de Top Chef / preparar um petit gateau de queijo com goiabada.
Tipo falar essas coisas… Nem sempre preciso de mega textos elaborados, ne?
Pra quem não sabe, os Salmos são canções que Davi (em sua maioria) fazia a Deus, e que estão no Antigo Testamento. Na missa eles deveriam ser cantados também, em vez de só declamados. Por isso, no Portal da Música Católica, a cada semana, um cantor cria uma melodia para o salmo do próximo domingo.
Eu fiz, graças ao Léo Mantovani, um salmo pra este domingo. Acessem e ouçam. Para aqueles músicos da missa, cantem no próximo domingo!
O link é http://www.portaldamusicacatolica.com.br/salmoonline.asp
Estreiou hoje o filme Apenas uma vez (que já foi citado aqui inúmeras vezes com o título de Once). Eu já falei extensivamente sobre este filme aqui e aqui, e recomendo fortemente que vá assisti-lo o quanto antes, para partilhar comigo sua opinião!
Deixo mais um trechinho musical do filme aqui, do início. É uma das músicas mais fortes que já ouvi.

Uma amiga minha, faz muito tempo, me disse que não voltava à igreja (católica). E me explicou porquê. Numa certa ocasião, ela entra para uma missa (talvez de sétimo dia, não sei) e alguma senhora zelosa a censura, dizendo “Você não deveria entrar na casa do Senhor assim”. O assim era uma saia. E não era mini-saia não! Simplesmente algo mais curto. E conhecendo minha amiga, que está longe de ser vulgar, entendi aquilo como um ato de ignorância pseudo-zelosa, muito comum nos templos cristãos por aí. Leia o resto deste post »

Este screensaver feito pela PixelBreaker é sensacional. Ele é um relógio com vários arcos que se movem conforme a passagem do tempo, e mudam de cor gradualmente. É muito bonito, interessante. Eu mesmo às vezes me pego olhando pra ele por muito tempo, só observando as combinações de cores que surgem…
Baixe aqui neste site. Versão para Windows, Mac e widget pro dashboard do Mac OSX

Este vídeo foi postado por Pablo Villaça, e é muito engraçado, mesmo!
Reparem o riso do bebê-pestinha!


Algumas pessoas têm me perguntado o que eu acho da Sandy. Eu já havia escrito uma crítica sobre o Acústico MTV deles aqui, mas atendendo a pedidos eu coloco aqui a minha humilde opinião.
É simples. Acho a Sandy tecnicamente boa. Afinal, são décadas de aulas e treinamento. Acho que tem uma voz doce, que é apropriada a um certo tipo de música. Mas não tem força, pressão, e principalmente, não tem originalidade.
Acho equivocada a escolha pelo jazz. Ok, ela adora jazz. Mas pra você cantar jazz, ou mesmo soul, há de ter uma certa ‘maldade’ vocal. Ou seja, é necessário uma malícia no jeito de cantar, uma tendência ao improviso e ao despojamento. Eu ouvi a Sandy cantando Summertime. Essa música acaba exigindo sim uma fluidez, uma sensualidade, que falta muito na Sandy ainda. Ela ainda é muito certinha, quadradinha… Não dá.
Enfim, se a Sandy se soltasse, se tivesse uma interpretação mais livre, talvez fosse uma boa cantora. Luiza Possi tem isso, de sobra. Se a Sandy ficasse na Bossa Nova, na MPB, estaria mais localizada. A questão é enteder seus limites e características. Eu nunca cantaria rock. Nem ópera. Pois seria uma pretensão ridícula. E encarar uma Elis Regina, ou uma Ella Fitzgerald não é tarefa pra filha do Xororó, infelizmente.
Minha opinião…
Pois é, o GRANDE PREMIO VIVO DO CINEMA BRASILEIRO, que acontece amanhã, vai premiar o que de melhor rolou em 2007 do cinema nacional.
Agora, por que existe uma categoria chamada “Melhor filme estrangeiro”, com indicados como “Babel”, “Pequena Miss Sunshine”, “Volver”, “A vida dos outros”, e “A culpa é do Fidel”??? Já não bastam dezenas de prêmios pelo mundo afora? O que estes filmes tem a ver com o cinema brasileiro? Inclusive Babel e A culpa é do Fidel são de datas de estréia tão distantes, que nem parecem correlatos…
Eu não entendo… acho beeem desnecessário. Fiquemos com o nosso cinema aqui. Afinal, por acaso a Julie Gavras ou o Almodóvar virão para recolher o prêmio?
Faz um tempo já que me deparei com o Get the Glass! Foi um site/game que faz parte da campanha “Got Milk?”, que incentiva os americanos a tomarem leite. Este site foi eleito o Site do Ano de 2007 pelo FWA (Favourite Website Awards), e vale cada Kb de conexão do seu computador.
É um jogo de tabuleiro muito divertido, com ótimo visual, sobre uma família que precisa chegar até o grande reservatório de leite! Mas, no caminho, pode ser interceptada pela polícia e ir para a prisão. Funciona que nem um jogo da vida mesmo, daquele de “volte duas casas”, “desafios”, enfim… Uma boa e fofa diversão na web.
Facilita saber inglês, pois algumas das provas são de vocabulário. Vale a pena conferir, nem que seja para ver o carrinho atravessar a ponte, mudar de cenário, ou mesmo pra rolar os dados (que tem um movimento muuuito realista!)… São lindas animações!
Acesse agora e divirta-se! www.gettheglass.com
E aqui uma sequência de detalhes do making of. http://www.h4che.com/milk/

Eu era, na adolescência, fã mesmo da Mariah Carey. De 94 até 2001/2002, eu sabia todas as músicas, acompanhava os CDs, tinha os VHS. Mas conforme a imagem da cantora mudou de uma ótima cantora da música pop/r&b para uma “gostosa” do hip-hop que sussurra e grita, minha admiração gradativamente diminuía.Em nenhum momento quero questionar a vida pessoal de Mariah, e sim sua trajetória como cantora/compositora. Ela, que começou seu trabalho no início dos anos 90, e se estabeleceu mundialmente com Music Box e Daydream, em Butterfly já dava sinais da derrapada que viria. Rainbow é um CD irregular, onde a fase “sussurrante” dela se estabelece e Glitter foi o fundo do poço, não muito ajudado pelo seguinte Charmbracelet.
The Emancipation of Mimi não traz de volta a Mariah do passado, mas praticamente cria uma nova artista, na cultura hip-hop do presente, com canções interessantes, ótimas batidas, letras corretas e baladas de peso, como We Belong Together e Mine Again, e ótimos exemplares pra pista, como Shake it off e Get your number.
E=MC², o décimo-primeiro álbum de estúdio de Mariah, tenta repetir a fórmula do primeiro, com algumas ousadias, e outras omissões. Sucesso pode alcançar, mas acho que falta muito para ser um bom álbum. Vocalmente é muito melhor, uma vez que Mariah volta finalmente à região mais grave, à voz de peito, o que é um alívio. Entretanto, as melodias na maioria das canções precisam de mais criatividade. Estrofes com 3 notas podem funcionar em músicas mais rapidinhas, mas baladas precisam de algo um pouco menos robótico.
O CD começa com Migrate, que é um ótimo exemplar pra pista, muito correto e interessante. Até esquecemos quem está cantando. E Mariah segue com Touch my body, que é mais o estilo dela mesmo, com aquelas letras safadinhas, e melodia simpática. Dá vontade de dançar. A terceira faixa é Cruise Control, com participação de Damien Marley, e junto com o sobrenome vem um toque reggae na música. Fica legal, principalmente nas estrofes. Acho a melodia um tanto pobre, mas os toques da jamaica funcionam bem.
I stay in love é um exemplo do que eu falo sobre as melodias de 3 notas. Acho que o que falta à Mariah é um parceiro de composição que crie melodias melhores. Ela está muito nesse mundo hip-hop, e isso transparece demais nas melodias. Ok, ok… Side Effects tem a letra que fala sobre o ex-marido Tommy Motolla… mas e daí? A música não vai muito pra frente não. Nem essa nem as seguintes… Há uma tentativa de voltar aos 80’s em I’ll be lovin’ u long time e I’m that chick (que tem sample de Off the wall, do Michael Jackson), e Love Story e Last Kiss são baladas com batida que pra mim são descartáveis…
Thanx 4 Nothin’ é bem melhor. Tem um fundo de violão, e apesar da estrofe mais simples, tem uma melodia no refrão que faz sentir saudades dos velhos tempos… As outras vão na mesmice, e Bye Bye, sobre o pai de Mariah, é simpática mas chatinha mesmo… O.O.C. e For the record soam já repetitivas mais pro final do CD. Mas pra fechar, parece que Mariah quer nos dizer “olhem só como eu poderia cantar diferente…”. I wish you well tem partes da Bíblia, influência gospel e me lembrou muito The wind (última faixa do Emotions, quase desconhecida), e é lindíssima, mesmo. A gente escuta com uma saudade…
Os vocais, como disse, são muito melhores do que os CDs anteriores, com muitas notas mais graves, refrões com oitavas dobradas… Pena que as composições não fazem justiça.
E=MC² tem vários “hits”? Sim, sem dúvida. Fará muito sucesso? Sim, já está fazendo. Infelizmente, fazer sucesso não é sinônimo de fazer boa música, isso todos sabem.
Não entendo porque Mariah simplesmente não chama o Timbaland, que tem ressuscitado tanta gente aí, ou vira 180 graus e faz um CD acústico, ou com clássicos, enfim… Acho que, se ela quer mesmo ser uma diva do hip-hop, precisa largar as amizades atuais e procurar um desses midas atuais, que sabem o que fazer para ter uma música pop que vende e tem qualidade sonora. Acho que ainda não foi dessa vez. Vamos ver o que os anos e a maturidade fazem com Mariah Carey.
PS: sei que serei imensamente criticado por aqui, principalmente pelos fãs mais apaixonados. Não sou autoridade no assunto, e uma crítica num blog significa nada mais que uma opinião pessoal. Portanto se discordam, sem problemas. Pelo menos expressei minha visão.
Pushing Daisies: Que legal que esta série está com uma divulgação tão boa! É uma das grandes revelações da comédia na TV, e esta estréia na Warner com uma campanha de marketing grande só tem a acrescentar à nossa tv.

Six Feet Under: comecei a assistir, a passos lentos, esta série de drama, que já teve seu fim ano passado nos EUA. Escrita pelo mesmo roteirista de Beleza Americana, ela conta a história de uma família de agentes funerários. É bem melancólica, com uma tiradas sarcásticas, e ótima construção de personagens. Michael C. Hall, o grande Dexter, já mostrava como era um ótimo ator aqui. Vale a pena.

In treatment: a HBO americana transmite esta minissérie, remake de uma série israelense, que é uma ficção quase realista. Mostra as sessões de um psicólogo (vivido por Gabriel Byrne) com seus pacientes, e sua própria sessão de análise. Os episódios são de 2a. a 5a., e a cada dia vemos um paciente diferente, numa sessão praticamente em tempo real, de 25 minutos cada. Muito muito interessante.

Quem estava no meu aniversário do ano passado lembra do show que fiz. Lá no Vittorio, na Barra, de soul, jazz etc… Foi legal, né?
Pois é, dessa experiência surgiu a Outra Banda, que existe pra que possamos nos divertir, tirar um trocadinho, ganhar entrosamento e entreter o querido público. Na banda hoje somos 5: eu, Thiago Jacobs, Thiago Lima, André Guerra e Guilherme Jacobs. E pra gente é isso mesmo, uma “outra banda”. rs
Já venho anunciar aqui: dia 26 de abril 31 de maio (meu niver é dia 30) vamos tocar lá no Vittorio de novo. Vai ser imperdível! Abaixo, um gostinho do que vem: