Parabéns pra mim!

30 05 2008

Meu maior presente? O amor dos meus amigos!

E QUERO VOCÊS AMANHÃ LÁ NO SHOW, HEIN!!!





Babyface – Playlist

27 05 2008

Babyface é um dos grandes compositores e produtores quando o assunto é R&B. Já produziu e compôs pra Boyz II Men (I´ll make love to you.. lembra?), Toni Braxton (How could an angel brake my heart.. lembra?), Whitney (Exhale… lembra?) e até Madonna (Take a bow… lembra?). Mas como cantor nunca conseguiu muito destaque, apesar de ser maravilhoso. Seu CD The Day é muito bonito, mas depois dele não fez mto sucesso. Recentemente ele lançou o CD Playlist, que é básicamente feito de regravações de músicas dos anos 70.

Muito bom, muito suave, o CD tem boas versões. Nada mega original ou inovador, tudo bem cool down e acústico. Mas é uma delícia de ouvir, principalmente se quer relaxar ou ter uma trilha sonora pro trabalho. Shower the People e Fire & Rain, do James Taylor, funcionam muito bem. Knocking on heaven´s door não precisava… E as inéditas do Babyface pro Cd são ótimas e bem integradas ao resto das canções, principalmente gosto de Not going nowhere, uma linda mensagem a um filho de pais separados. Mas as favoritas do CD são a versão de Longer, de Dan Fogelberg, e de Time in a Bottle.

Escutem o Playlist do Babyface e relaxem com as versões gostosas com voz macia. Não é genial, mas é um daqueles discos pra curtir e acalmar. Vale a pena.





Novo site da Banda DOM

26 05 2008

Está no ar o novo site/blog da Banda DOM. Feito por mim, jnto com o Paulo Reis, a partir de um template de wordpress, este novo site trará as novidades do 3o. CD da Banda DOM. Já adianto que tem 2 músicas minhas muito prováveis de entrar, mas vou guardar segredo! rs

Acessem www.bandadom.com.br e deixem nos favoritos! Sempre tem atualizações!





Pra que críticos?

23 05 2008

Se o José Saramago teve a reação que mostra no vídeo abaixo, assim que acabou de assistir a Ensaio sobre a Cegueira, de Fernando Meirelles,  de nada me servem as críticas negativas ao filme. O parecer do prórpio autor do livro, emocionado desse jeito, já atesta a qualidade do material.

Pra nós brasileiros aqui, só em Setembro…





Falta pouco!

21 05 2008

Falta pouco mais de uma semana para o show do dia 31 (informações aqui). Lembrando que meu aniversário é dia 30, e um presentinho não faz mal a ninguém! rs

O repertório está excelente, mas não quero estragar surpresas. Deixo aqui um trechinho do ensaio somente, pra que vejam a banda in action. A música é Twentysomething, o hino da galera dos vinte-e-poucos anos.

E você ainda não reservou sua mesa? Vai sentar lá no fundão, hein? O telefone é 3153-9472





Paulinha!

19 05 2008

Dica da Nane, que levou um susto na van ao ouvir esta linda versão… Depois de Ken Lee, outro grupo faz uma bela homenagem à Mariah Carey. Com vocês, Calcinha Preta cantando Paulinha!

http://www.youtube.com/watch?v=XGNo_2Eafmk

Reparem na interpretação estilo Miss Universo de Paulinha! Por que se casou???





SHOW E NIVER EM BREVE!

13 05 2008

Lembrando que é a comemoração do meu aniversário também (que cai dia 30). Portanto, não faltam motivos pra comparecer:





de volta ao início

13 05 2008

Acho que vou parar com isso de cada dia um assunto específico. Vamos voltar ao que era antes… hehehe





…amigos pra eternidade.

12 05 2008

Na última sexta-feira eu fui tentando com uma proposta: ir até São Paulo e Cachoeira Paulista. Para que, exatamente? Conhecer, socializar, conversar, me apresentar. Viagem de negócios? Pode ser. Viagem por lazer? Também. Viagem com amigos? Exatamente.

Conhecer o André, cheio de experiências e histórias do meio musical católico foi uma graça e felicidade. Ele e o Pedro me levaram pra conhecer a Galeria dos Pâes, em São Paulo, onde se pode comer café-da-manhã 24h por dia… Ficamos algumas horas lá. Continuando meu pequeno tour, fui conhecer a Livraria Cultura gigante, lindíssima.

Indo pro ABC, ainda fui apresentado ao Bar do Bolinho. O protagonista da casa, o bolinho de carne, é uma receita secreta da casa, que existe desde 1968 em São Bernanrdo. Eu acho realmente que ele leva repolho e espinafre, mas não tenho como provar… rs. Só sei que é bem gostoso, e ainda tem uma versão deste bolinho amassado dentro de um pão de forma e queijo derretido. hmmm

Saindo do cirtuito gastronômico, fomos para Cachoira Paulitsa, que é onde fica a Canção Nova (para quem não conhece, a maior comunidade católica do Brasil, com mega-ginásios e palcos, TV/radio/gravadora, enfim… difícil explicar o tamanho). Conheci muito rapidamente Juliana de Paula, uma cantora que eu pouco conhecia, mas que me apaixonei pela voz e simpatia, assim como seu marido Alexandre. Fomos para o show de lançamento do CD do Grecco. Grecco é um grande compositor da música católica, e finalmente conseguiu gravar seu primeiro CD. No show, participaram Pe. Fabio de Melo e Maninho, e foi um evento muito bonito.

Há tempos que queria conhecer o Maninho, esse cantor gaúcho que sempre foi pra mim referência, justamente por ser diferente de tudo que se escutava por aí. E como ele e o André são amigos, percebi que era a oportunidade ideal para trocar uma idéia com ele.

Fico muito feliz em encontrar pessoas dentro da Igreja que são inteligentes, cultas, conscientes de seu papel dentro desta realidade, e que conseguem ao mesmo tempo ser acessíveis, humildes, e “gente como a gente”. Pessoas, enfim, que conseguem demonstrar a santidade sem estereótipos, artifícios ou máscaras. E Maninho é assim.

Juro que, conversando com ele, percebi o quanto eu falo demais, falo mal e falo besteira! heheheh Aprendi muito, me senti muitíssimo motivado, compreendi melhor minha missão, e ainda por cima fiz um amigo desses que são pra eternidade. E prometo a mim mesmo que vou fazer de tudo para conseguir um show do Maninho aqui no Rio (acreditem, ele nunca veio).

Agradeço principalmente ao André, um amigo querido, motorista incansável, e conselheiro sábio. Outro amigo desses que não se encontra facilmente. Sem falar do Pedro, outro amigo pra colecionar! Grande abraço pra vcs 2!

Boas novas virão como fruto desta viagem. Uma certeza eu tenho, a de que agora as coisas realmente começaram. Agora é Duc in altum. Remar mar adentro.

(fotos em breve)

links da viagem:

Galeria dos Pães

Bar do Bolinho

Canção Nova

Juliana de Paula

Maninho





…só mesmo jazz pra relaxar…

9 05 2008

Semaninha braba… Muito cansado, uma dor mortal nas costas (foi o excesso de trabalho no computador? ou o travesseiro novo? ou os 2?), e muito trabalho pra pouco dinheiro, mas vamos indo.

Essa semana trouxe coisas boas também. Comprei uma filmadora (minha e do Jacobs, na verdade), então podem esperar videozinhos (videocast? será?), trechos de ensaios, e mais fotos também. Acabo de turbinar meu mac mini (que agora tem 250GB de HD e 2GB de RAM).

E finalmente no campo musical as coisas começam a andar. Portas se abrindo, novas e felizes amizades surgindo, pessoas cada vez mais ansiosas…

Deixo vocês com um vídeo muito legal, tipográfico, de uma música que eu adoro. Traduz um pouco da nossa alma de vinte-e-poucos-anos, num ritmo que combina bem com a minha vida. Com vocês, Jamie Cullum – Twentysomething!






Meio-ambiente

8 05 2008

Lembra dos sacos pláticos deste post? Complete o pacote com este vídeo abaixo:





Six Feet Under

5 05 2008

Existe um seriado que não te deixa surpreso ou curioso. Ele não acaba com aquele desespero de ver o próximo capítulo, e não tem revelações tão surpreendentes. Mas cada 1h dele é como um filme de drama maravilhoso e tocante, onde você se encontra com suas emoções mais íntimas, e deseja abraçar aqueles que mais ama. O nome dele é Six Feet Under (A Sete Palmos, em português).

Afinal, criada pelo roteirista do excelente Beleza Americana, Alan Ball, esta série não poderia ser diferente. A Família Fisher reúne-se com a morte do pai, Nathaniel, e começam a conviver e administrar a funerária da família. A mãe, Ruth, finalmente se vê livre e ao mesmo tempo perdida, Dave (vivido pelo “Dexter” Michael C. Hall) é um cara super fechado e gay, Nate é o irmão descolado que acaba de chegar de uma longa ausência de casa, e Claire, a adolescente da família.

A morte é o tema central da série. Cada episódio começa com a morte de alguém, cujo cadáver será administrado pela família Fisher e participa ativamente no desenvolvimento do episódio. Sempre enfocado nas relações humanas, Six Feet Under mostra personagens que tem em comum a incapacidade de lidar com seus sentimentos. Sempre acostumados com os momentos fúnebres, onde todos estão mais sensíveis, esta família parece ter adquirido uma fragilidade tão grande que preferem deixar as emoções escondidas num fundo de armário a lidar de cara com elas. Este clima é amplificado pelas atuações fenomenais de todo o elenco, sem exceções.

Quando um episódio desta série termina, você fica se perguntando como anda sua relação com sua família, com seu amor, seus amigos… Portanto, dê uma chance a Six Feet Under. Eu vou em busca da segunda temporada.