Estavam com saudades, né?
Estava a semana inteira muito pegado aqui no trabalho, muitas coisas pra fazer e pouco tempo pra escrever. No entanto, não posso abandoná-los.
Este fim-de-semana eu tive uma experiência maravilhosa. Foi um salto, uma aposta. Jogar-se de cara na missão.
A viagem começou em São Paulo, chegando bem na hora pra atração mais famosa da cidade, o engarrafamento. Eu e Thiago Jacobs, meu fiel escudeiro, nos encontramos com o Maninho e o Grecco, além dos queridos André e Pedro. Maninho já é conhecido nesse blog, e o André e Pedro já me acompanharam na minha última viagem à terra da garoa. Grecco, outro personagem lá do Sul, é mais uma nova grande figura nessa música católica contemporânea.
A Comunidade Shalom de Sto Amaro nos recebeu de portas abertas para um show dia 11. Eu estava tenso, confesso, pois ninguém lá sequer tinha ouvido o meu nome. Estavam mesmo para o show do Maninho. Mas subi no palco, e cantei. Talvez fosse inspiração, mas sei que escolhi Quanto tempo você tem para abrir a apresentação. Na hora os rostos antes duvidosos se abriram, pois reconheceram a música gravada pela banda Dom. Aí sim eu fiquei mais à voltade para cantar sem medo o que viria pela frente. Terminado o show, tive a certeza de que havia me apresentado de forma honesta, e as pessoas perceberam e apreciaram. Mais fácil também, já que estavam para ver o Maninho, que não chega a ser tão distante do que canto.
Depois veio o Grecco, que tocou de forma muito honesta também, muito aberto com seu público, um genuíno compositor, feliz em apresentar as pequenas grandes obras dadas por Deus. Grecco logo chamou Maninho, e juntos levaram algumas músicas, para o Maninho enfim terminar o show.
E foi impressionante. O gaúcho que andava meio desanimado logo emocionou-se na primeira canção, A Senha, que foi cantada por todo o público. Este feito foi multiplicado por todas as músicas, na ponta da língua dos jovens na platéia. Depois de um tempo, foram pedindo músicas, do Papel Dobrado (primeiro CD solo do Maninho) e do Paz e Mel… Se pudesse, Maninho ficaria tocando todas as suas composições, e o público cantaria cada uma! Foi impressionante!
Em seguida conto como foi o resto do fim-de-semana…